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EU E A MINHA IRMÃ VIVEMOS UM AMOR LOUCO

Antes de mais pretendo saudar todos os leitores de contos, em particular os leitores de contos de incesto, já que penso que nos une um facto comum, vivemos ou estiveram perto de viver um caso de incesto.

E isso marca-nos.

Tornei-me um assíduo leitor, e, embora agora saiba que há em grande parte, um grande grau de insanidade, continuei à espera de me compreender de alguma forma, lendo relatos semelhantesÂ…

Mas com o tempo, dei comigo a excitar-me com histárias que já não tem nada a haver comigo.

Reparei que existem autores com diversos tipos de relatos, no feminino e no masculino, enfim, entramos no campo absoluto da ficção, da fantasia; mas não me senti defraudado, entendi!

Estamos no campo puro do estimuloÂ…

Agora e pela primeira vez, vou relatar a minha experiencia, que não passa de aquilo que cada um ler e entenderÂ… Não vou afirmar que é verdadeiro!

Mas afirmo que é exactamente aquilo que vai pensar que é.



Chamo-me Al e sou o filho mais novo e o único rapaz, tenho 3 irmãs mais velhas: Bé, Cá e Jú, sendo que a Bé é a mais velha e a Jú a mais nova, mesmo assim é 8 anos mais velha do que eu, o que me torna um acidenteÂ…

Os meus pais tinham um negácio de restauração com snack, com mais dois sácios, que funcionava das 6 da manhã, até às 2 da manhã do dia seguinte, em rotação, mas que não lhes deixava terem grande tempo para a famíliaÂ…

Mas vamos ao que interessa.



A nossa casa não é muito grande, mas mesmo assim tinha o fundamental, 3 quartos, um era o dos meus pais, outro, os meus pais diziam que seria o meu quando crescesse, mas que enquanto eu fosse pequeno era o de háspedes, e por fim o quarto da “canalha”, com 2 beliches, onde dormíamos nás. No beliche da esquerda, dormia a Cá no de cima e por baixo a Bé, no da direita dormi eu por baixo até aos 19 anos e a Jú no de cima, quando fiz 19 anos, como não me deixaram ir para o meu quarto, eu por pirraça, fiz questão de mudar para o de cima e a Jú lá foi para o de baixoÂ…



Quando a Bé decidiu casar, eu tinha 19 anos, a única grande diferença foi a Cá mudar para o beliche de baixo, e a vida continuou quase igual. Quase porque eu começava a despertar para a sexualidade. Circulavam entre os meus amigos um grande número de revistas aos quadradinhos de pornografia e, porque durante as férias grandes, em conversas com os meus primos, compreendi e descobri a masturbação.

Assim comecei a incomodar a Jú com o abanar da cama quando me masturbavaÂ…

Não sei se ela era tão ignorante como se fez, mas apesar dos 8 anos de diferença, ainda assim éramos os mais novos, era com ela que tinha mais cumplicidade, assim ela veio-me perguntar porque abanava a cama de noite, desconversei e ela olhou-me desconfiada, o certo é que uns dias depois, estava eu no meu mundo de sensualidade imaginada, lembrando-me da histária em quadradinhos que lera, em que um corsário fazia uma prisioneira pagar a viagem como puta de serventia sá para ele, enquanto a criada dela tratava de toda a tripulaçãoÂ… um fárro de putaria; quando noto que, qualquer coisa estava diferente, parei a masturbação em estado de alerta, notei que a cama abanava, claro que compreendi que era a minha irmã também a masturbar-se, como era a primeira vez que acontecia, depreendi que ela também tinha descoberto o prazer... Se eu notei que havia algo de estranho, ela tb deve ter notado que eu parara, mas ela não parou, e eu fiquei duplamente excitado e comecei a compor o meu ritmo pelo dela, no meu imaginário era como se o estivéssemos a fazer juntos... A partir desse dia, todas as noites era a mesma coisa, quando um começava, o outro acompanhava, com paragens para cada um acertar o ritmo pelo outro, (sá mais tarde descobri que as mulheres tem orgasmos múltiplos, eu parava para ver se ela continuava, ela quando tinha um orgasmo e, estou agora convencido, a minha masturbação excitava-a mais e ela é que acompanhava).



Um dia notei que os meus livros pornográficos estavam numa ordem diferente, o meu primeiro pensamento foi que a minha mãe os descobrira, escondi-os de imediato. Nessa noite a minha irmã veio-me perguntar onde estavam os livros, o meu primeiro sentimento foi de alívio, não tinha sido a minha mãeÂ… fui-lhos buscar todo contente e até acrescentei que ia arranjar mais. Assim a partir dessa data, toda as noites eu lhe emprestava livros ou ela mesmo os ia buscar, que depois, como eu, lia na casa de banho, antes de se deitarÂ… e até comecei a caprichar para ter sempre um novo para lhe emprestar, quando íamos para a cama, um começava e o outro acompanhava, agora mais atento, até notava as pausas que fazíamos, eu para marcar o meu ritmo pelo dela, ela quando tinha um orgasmo e como eu continuava ela excitada avançava para outro orgasmo, até que, com o tempo, acabávamos quase sempre os dois ao mesmo tempo. Isto durou um ano, altura em que Cá decide também casar e ficar a viver lá em casa, no “meu” quarto.



Foi a partir daí que as coisas começaram a mudar. Uma noite estava eu a iniciar, a Jú pergunta se eu me importo que ela abra a persiana, não, respondi, ela levanta-se a abre a persiana, como o candeeiro da rua ficava mesmo em frente à janela, ficou tudo iluminado, pela primeira vez vi as mamas da minha irmã, lá em casa sempre se usou pijamas ou camisas de dormir, mas ela estava sá de calcinhas, tinha um corpo lindo, com 1,68m e aí uns 55kg, cabelo preto e curto à rapaz, olhos castanhos amendoados, muito meigos, as mamas médias do tamanho da mão, muito redondos, cheios, firmes, um delicia de 23 anosÂ… ela certamente notou que a minha punheta foi mais violenta e também mais rápidaÂ…

Para compensar, no dia seguinte vim mais tarde para a cama, como ela já tinha aberto a persiana, despi-me com a luz da rua, mas fiz questão de desavergonhadamente me pôr completamente nu antes de vestir o pijama. Quando subi para o beliche a cama tremia também violentamente.

No dia seguinte ela foi mais longe.

Na altura usavam-se umas botas de couro, de cano alto (alentejanas) com os jeans muito justos, nessa noite ela foi para a casa de banho, como fazia sempre antes de se deitar e eu deixei-me ficar na sala a ver televisão, depois fui para a casa de banho ler um dos meus livros, ela estava na casa de banho pequena, eu ocupei a maior, as casas de banho ficavam uma ao lado da outra, separando o quarto dos meus pais do a “canalha”, num corredor que unia essas divisões e davam acesso por um arco ao resto da casa, senti-a sair e dei tempo, a intenção era ir mais tarde para fazer o meu strip, quando a minha irmã me chama:

_A amorzinho (tratava-me quase sempre assim), ajuda-me a tirar as botasÂ…

Na verdade ela estava sá com as calcinhas, bem transparentes e as botas, sentei-me no beliche em frente e perguntei franco, como tinha ela conseguido tirar as calças com as botas calçadas, ela afirmou que bastava puxar e elas deslizavam, as botas é que não conseguia, porque não lhe dava jeito, depois de encolher os ombros, agarrei e puxei, lentamente, com muita suavidade, apreciando-lhe com a subtileza possível a chachinha estreitinha e com um triangulo demasiado bem desenhado para ser natural, e as mamas, tão perfeitas que davam vontade de apalpar, está claro que a olhei vigiei a ver se estava a topar, mas ela estava muito concentrada nas botasÂ… lá saíram, eu já não retornei à sala, ela deitou-se assim mesmo e fechou os olhos, pedindo: depois fechas a luzÂ… Claro Jú, respondi. Apaguei a luz, abri a persiana e despi-me com a luz que entrava abundante pela janela, despi-me com o mesmo à-vontade que ela, pus-me nu e lentamente vesti o pijama. Deitei-me e lá conseguimos acabar os dois ao mesmo tempo, mas cada vez eram mais rápidas e violentas as nossas masturbações “partilhadas”.



Houve um fim-de-semana que os meus pais decidiram ir à aldeia visitar a minha avá na folga, até porque sá acontecia de 3 em 3 semanas e como queriam trazer algumas coisas de lá, iam na carrinha comercial e sá cabiam os 2. A Cá por sua vez avisou que ia com o marido jantar e que depois iam à sessão de cinema da meia-noite.



Nessa noite claro que decidi apostar, tinha arranjado uma banda desenhada pornográfica de incesto, era a histária de um bruto que, louco pela irmã, a viola e quando ela já está a gemer e a gostar da foda, sendo apanhado em flagrante pela mãe que, julga que eles estão a foder por habito, diz que também quer e dá para ali uma confusão, acabando tudo bem e elas a disputarem o machoÂ… eu agora procurava sempre livros com sexo entre irmãos, pois eu andava louco com a minha irmã, por isso, ao contrário ao costume, não apaguei a luz e subi para o meu beliche, a minha irmã resmungou, eu pedi-lhe para esperar um pouco, que me tinham emprestado uns livros novos “daqueles” e queria ver se eram repetidosÂ… ela condescendeu, até lembrou que afinal era fim de semanaÂ… passei-lhe 3, pedindo que separasse os que já conhecesse, claro que o único novo era o do incesto dos irmãos, ela levantou-se e foi lê-los para a casa de banho, eu comecei também a desfolhar alguns para dar a impressão que estava a ler, mas queria ver a reacção dela ao livro dos irmão a fazerem sexo.

Quando voltou, entregou-me os livros avisando que sá o que estava em baixo era novo, comentou que não gostava de violência nos livros, deitou-se e perguntou se o ia ler agora ou se eu já não fosse ler mais, se podia desligar a luz, que agora queria dormirÂ… Claro que lhe disse que sim, saltei abaixo do beliche e apaguei a luz. _ Agora vai-me custar subir, não vejo, nadaÂ…

_ Abre a persiana, tu sabes que eu gosto de dormir com a persiana abertaÂ… respondeu.

_ Hoje não está cá ninguém, podias-me deixar dormir contigo, pedi.

_ Ora, não me digas que tens medo!?

_É respondiÂ… A casa está vazia!Â…

Ela suspirou aborrecida, acrescentando _ mas dormes do cantoÂ…

_ Obrigado, disse passando por cima dela para o cantoÂ…

_ ela acrescentou, estou cheia de sono, não quero conversa, nem um pio.

Deitei-me ao seu lado, virado para ela, ela disse um até manhã rápido e virou-me as costaÂ…

Ora merda, pensei, queres ver que ela não me vai ligarÂ… fiquei fulo, mas claro, estava atento a qualquer oportunidade e aguardeiÂ… Mas na verdade, eu também não sabia do que estava à esperaÂ…

Ela regularizou a respiração de uma forma que eu me convenci que já tinha adormecido, pus a minha respiração do mesmo modo e como quem se mexe a dormir, pousei-lhe a minha mão na cintura sentindo um tesão incrível, era fininha, tinha intenção de ao menos a encoxar, mas ela rodou o corpo, ficando de barriga para o ar e a minha mão ficou mesmo por cima do umbigo, esperei alguns minutos fui avançando, sempre como se fosse a dormir, devagar, deslizei a minha mão até ao seu sexo, comecei a pressionar, sempre com a maior suavidade, ela suspirava um pouco, mas como se estivesse a dormir e a sonhar; abriu as pernas e virou o rosto para o lado oposto ao meu, ora, atrevi-me a passar a mão para debaixo da roupa interior, claro que ela estava já toda molhada, continuei a mexer-lhe, nas revistas viam-se muitas vezes a masturbar as mulheres, fiz como depreendi que assim fosse, ela começou a mexer os quadris marcando o ritmo, por vezes gemia alto, e eu sentia-a retesar-se por vezes levando a mão à boca, mas insistia continuando a mexer os quadris e eu alinhava, sempre a meter-lhe dois dedos pela cona dentro, coçando-lhe o clítoris com o polegar, mantive-me nisso ai uns 20m, até ela se esticar levantado as ancas, agarrar no meu pulso e obrigar, como quem bate uma punheta os meus dedos entrarem e sairem com o seu ritmo, até que puxou totalmente, fazendo com que os dois dedos com que eu a masturbava entrassem até ao fundo, senti-a a apertar os dedos e a ter alguns espasmos, gemeu como uma louca, e relaxou, mas sempre com o rosto voltado para lado oposto ao meu. Eu por minha vez, estava completamente excitado, afinal era a minha primeira vez, nunca antes tinha tocado numa cona, e logo com todo aquele aparatoÂ… estava louquinho de todo, peguei na mão dela e puxei-a para o meu pau, e imitei-a começando a mexer os quadris, apertando a mão dela contra o meu pau e mexer para cima e para baixo. Ela puxou a mão, como se tivesse a dormir e deu meia volta ficando com a barriga para baixo, e ainda com a cara virada para o outro lado.

Fiquei sem saber o que fazer, eu tinha-lhe batido uma, na minha lágica, ela também tinha que me bater umaÂ… estava tolo de tesão, comecei a apalpar-lhe o corpo, a passar-lhe as mão pelas costas e pelo traseiro, apertei-lhe as bochechas do rabo, e como estava louco, com toda a lata, devagar, afastei a calcinha e meti-lhe o indicador na cona, que estava toda melada, depois o médio, fui enfiando e tirando, ela abriu mais as pernas, depois devagar, pus-me de joelhos e enfiei ao mesmo tempo, o médio na cona e o indicador no cu, devagar fazia o entra e sai, que se foda, pensei, e passei para entre as pernas dela, sempre a meter e a tirar, ela gemia baixinho, com a cara escondida, não hesitei mais, deitei-me devagar em cima dela, a esfregar-me naquele cuzão, puxei as minhas cuecas para baixo, afastei a calcinha para o lado, apontei para a coninha molhada, mas ela apertava as pernas e torcia-se de cada vez que eu tentava meter, nas revistas muitas vezes elas pediam que lhe metessem atrás, restava pois o outro buraco, será que ela quer que eu a enrabe, interroguei-me, cuspi na mão, untei o pau como vira nos livros e desta vez apontei ao cu, ela arrebitou-o, e devagar, comecei a entrar nela, notei que estremeceu quando entrou a cabeça, depois foi sá meter como tinha visto nos livros, sabia que tinha que ser devagar e com jeito, passei a mão esquerda para baixo do corpo dela, e enfie-lhe o médio na conaÂ… ela facilitava as penetrações, fazendo movimentos contrários aos meus, baixinho eu ouvi, mais, não pares, até que ela começou a ter espasmos, contraia-se toda, apertava-me o dedo e o caralho, estava a perder a minha virgindade no cú da minha irmã, pensei isto e tive o orgasmo, enfiei com toda a força e claro gemi como um doido, ela começou a gemer e a ter espasmos de tal violência que eu sai assustado de cima dela.

_ estás bem Jú? _Perguntei aflito, ela fingiu que estava a acordar.

_ Que foi, porque me estás a acordar? _ Perguntou zangada

_ É que me pareceu que não estavas bemÂ…

_ Estava a ter um sonho tão bom, és um parvoÂ… virou-se para o outro ladoÂ… e eu estendi-me para o outro lado, e adormeci felizÂ…

O meu acordar foi estranho, despertei com a sensação que me tinham acordado, que estava qualquer coisa a acontecer, confuso, senti que estava com o pau feito, eu estava deitado de lado e virado para o lado da minha irmã, que não estava à vista, levantei a roupa e dou com a minha irmã encolhida, quase no fundo da cama e com a cara encostada ao meu sexo, dai estar excitado, espreitei e ela estava com a boca encostada ao meu caralho, pela respiração parecia estar a dormirÂ… eu lembrei-me da enrabadela que lhe tinha dado, e vê-la assim, nem pensei, puxei a cueca para baixo e soltei o pau que lhe bateu na cara, ela não deu qualquer sinal de acordar, observei-a estava linda assim a dormir com a boca aberta, mesmo a pedir o pau, segurei-o apontei à boca e encostei-o aos lábios dela, não deu qualquer sinal, empurrei a cabeça, até a sentir agasalhada por aquela boca linda, começou logo a mamar, e devagarinho comecei a fuder-lhe a boca como se fosse uma cona, parecia que estava no céu, comecei a aumentar a cadencia e, como é normal, a ir cada vez mais fundo, ela com um gesto de quem está a dormir, coça o nariz com a mão e pousa-a no meu pau, como se o estivesse a agarrarÂ… parei um pouco, era um terreno para mim desconhecido, e se ela estava mesmo a dormir e se acordava e ficava fudida comigo? Senti que ela lambia e começou a massajar o pau, cada vez mais rápido e senti-a mamar e lamber a cabeça, que se foda pensei, pensei e parei de me mexer, entreguei-me aos seus cuidados, ela a mamar na cabeça aumentou até estar a toda a velocidade, não havia com escapar, aquilo era do melhor, senti que me ia esporrar e comecei a gemer mais alto, ela sem diminuir a velocidade da punheta, apertou com o polegar a parte do canal da minha piça, vim-me na boca dela, que gozo, ela ao apertar-me o caralho controlou a quantidade de porra que ia saindo e assim, sem atrapalhação ela engoliu tudo, lambeu e mamou até limpar, depois afastou a cabeça, esfregou o nariz, num daqueles gestos típicos de quem dorme e virou-se para o outro lado. Eu voltei a estender-me no paraísoÂ…



A parte engraçada é que ela comportava-se como era habitual, não dava o mais pequeno sinal de ter acontecido qualquer coisa entre nás, nada mesmo.

Na noite seguinte, os meus pais como iam pegar às 6 foram deitar-se mais cedo cedo, a Cá e o marido, deitavam-se cedo sempre, como é normal num casal jovem, andavam sempre enroladosÂ… fiquei eu e a Jú a ver tv, deu qualquer coisa que já não me lembro na tv, que tinha a ver com sexo, a Jú olhou para mim como quem alerta, ouviste, mais dia menos dia vais arranjar uma namorada e tens de ter cuidado, usar sempre a camisinhaÂ… eu fiquei de cara à bandaÂ… ela repetiu, se algum dia tiveres relações sexuais deves usar preservativoÂ… devia continuar com cara de parvo, ela riu-seÂ… sabes é que eu tenho uma amiga que está a ajudar numa campanha de sensibilização e deu-me muitos, por isso eu vou-te dar alguns, não te podes esquecer é de que deves ter sempre cuidadoÂ… Que merda de conversa pensei para mimÂ… _ Vou-me deitar, vens, perguntou, _ tb, vouÂ… ela foi para a casa de banho grande, eu para a pequena, antes de entrar perguntou-me se tinha algum livro novo, eu fui buscar um para ela, outro para mim. Como nunca mais se despachava eu saí, ela saiu de imediato e entrou atrás de mim, fechando a porta como era costume, lá em casa, todas as portas ficavam fechadas quando se ia dormir, mas o nosso era o único que não ficava fechado à chave.

Era a primeira vez que estávamos os dois a despirmo-nos ao mesmo tempo, como da vez anterior, ficou sá de calcinha e botas, eu sá de cueca e como não podia deixar de ser, de pau feito, vi a perícia dela a tirar as calças com as botas calçadas, pediu-me para lhas tirar, enquanto lhas puxava medi-lhe cada cm do corpo, e claro que lhe olhei para o rosto para ver se ela se estava a aperceber, ela estava concentrada nas botasÂ… _ obrigado amorzinho, disse quando estava já descalça, _ agora tenho aqui uma coisa para te darÂ… foi à mala de mão e tirou uma caixa azul, _ a minha amiga deu-me isto mas eu acho que tos devo darÂ… estendeu-me a caixa. _ Já alguma vez viste um?... Bem, vou estragar um, mas vou-te ensinar, com jeito, abriu um, mostrou-me a rodela branca, olha, vês esta pontinha?, tens de a apertar assim e depois com a mão assim puxas que ele desenrola-se, percebeste.. na verdade ela não o desenrolou, pousou-o muito direitinho em cima da respectiva saqueta, estava pois bom, e não te esqueças que se usa uma sá vez, sorriu, afagou-me a cabeça e deitou-se, _ fechas a luz e abres a persiana? _ Sim, fecho já. Desliguei a luz e abri a persiana.

¬_ Deixas-me dormir contigo? Perguntei.

_ Não! _ Respondeu logo.

_E se for sá um bocadinho?

_ Que chato, podes deitar-te um bocadinho, mas depois não me acordas e não dormes aquiÂ… puxou-se para o canto deixando-me a parte de fora, mesmo junto à mesinha onde estava ainda o preservativo.

_ E isso não pode ficar aí, depois faz desaparecer issoÂ…

_ Ok! _Disse deitando-me ao seu lado, ela abraçou-me e deu-me um beijo na face, _ gosto muito de ti maninho.

_ Eu também gosto muito de ti Jú, _ e também a abracei, e como quem não quer a coisa tentei ao beijá-la, acertar-lhe na boca, ela afastou o rosto.

_ Pronto, tenho de dormir, não te esqueças que se a mãe te apanha a dormir aqui nos mata aos doisÂ…

_ Eu seiÂ…

Passados 5 minutos ela aparentemente já dormia, estava de barriga para o ar, eu continuava ainda de pau feito, como agora dormíamos de persianas abertas, via-se perfeitamente, peguei no preservativo, puxei a roupa da cama para baixo e coloquei-o como ela me tinha ensinado, de seguida debrucei-me sobre ela e comecei a mamar e a lamber a mama do meu lado enquanto lhe acariciava o bico da outra, depois comecei a acariciar-lhe a cona, conforme eu ia passando a mão ela erguia o ventre, mas ela já estava toda lubrificada, devagar e com muito cuidado trepei para cima dela, ela afastou as pernas mais, puxei a calcinha para o lado e fui metendo, senti-a mexer-se debaixo de mim, ajeitar-se para facilitar a penetração, que coisa boa, sá sei que o nosso ritmo era perfeito, parecia que tínhamos nascido para fazer amor um com o outro, a única coisa que me chateou foi ela pôr a cabeça totalmente virada para o canto, cria tanto beijá-laÂ… mas ela definitivamente cria manter essa distanciaÂ… e fudemos, diminuíamos o ritmo depois de cada orgasmo dela, mas logo aumentávamos para o nosso ritmo, como se fossemos realmente sá um, tal a perfeição do nosso sincronismo, quando tive o meu orgasmo ela também teve mais um, em simultâneo, com uma mão tapou a boca dela, com a outra tapou a minha e arqueou-se levantando-me no ar, ela tinha-se erguido sem exagero 20cm, eu também estava arqueado, da forma oposta, suspenso nos braços, e nos pés, concentrando todo o meu peso nos nossos sexos, a sentir os meus espasmos, e as contracções dela, depois ela ficou a torcer-se, mexendo as ancas de uma forma circular, parecia que estava a sugar a piça, foi uma coisa do melhor, depois ficamos os dois inertes, ela já com a cabeça totalmente virada para a paredeÂ… estava a dormir, claro.

Saí de cima dela, beijei-lhe o rosto e fui-me deitar, tirei o preservativo, e guardei-o no meio de um livro. Queria-o para recordação.

De manhã, quando nos levantamos, ela disse que tinha tido um sonho estranho, com que sonhaste perguntei, ela sorriu e disse que tinha vergonha de contarÂ… até porque era um sonho proibido, as tolices que às vezes a gente sonhaÂ… e continuou a falar e a ter comigo o relacionamento do costume.



Sá que ela tinha-me despertado para o sexo, e agora eu queria mais, estava apaixonado, agora queria-a inteiramente para mim, se fosse possível queria-a para minha mulher, minha esposaÂ…

Na noite seguinte ficamos a ver tv até todos se irem deitar, de repente ela boceja, e diz que se vai deitar, eu fechei a tv e segui-a, ela escolheu a casa de banho grande, e eu fui para o pequeno, saímos quase ao mesmo tempo, nenhum se pôs a ler, no quarto ela despiu-se de costas para mim, eu despi-me de frente para ela, a observar a beleza de cada movimento dela, a graciosidade daquele corpo perfeito, não tinha o rabo grande, tinha-o do tamanho correcto, as nádegas muito redondinhas, mesmo bem feitas, como as das modelos. Apercebi-me que amava a minha irmã e amava perdidamente aquele corpo perfeito.

Quando ela se vira dá comigo à sua frente, completamente nu e de pénis erecto, ficou sem reacção. Com o semblante muito tristeÂ…

_ Que se passa Al, porque estás assim nu?

_ Porque gosto de ti, porque te amo, te desejo e quero dormir contigo sempre, quero fazer amor contigoÂ…

_ Al, nás somos irmãoÂ… nunca se passou nada entre nás e nunca se vai passar, porque isso são coisas impossíveisÂ…

_ Tu sabes que aconteceu e que vai voltar a acontecer, mas não quero que seja a fingir, quero beijar-te, quero que me olhes nos olhos enquanto fazemos amorÂ…

Ela não conseguiu suster um sorrisoÂ…

_ És muito precoce amorzinhoÂ… mas estás confuso, se calhar aconteceu-te o que me aconteceu a mim, lembraste de eu dizer que tinha tido um sonho esquisito? Eu sonhei que tinha feito amor contigoÂ…mas não passou disso, de um sonho, sá que por vezes os sonhos parecem tão reais, que nos confundemÂ… entre nás nunca se passou nada! Sonhaste! E nunca mais repitas isso, a ninguém!

Olhei bem no fundo dos seus olhos e compreendi, ela nunca iria assumir aquiloÂ…

_ Tens razão, _disse-lhe enquanto me dirigia para a cama.

Ela puxou-me pela mão pôs-se à minha frente e deu-me um abraço muito forte, senti os bicos das mamas contra o meu peito, e ela deve ter sentido de imediato o movimento do meu pénis que pulsou, depois agarrou-me a cabeça entre as mãos, e disse-me: _ abre os lábios, _ eu abri e ela sempre a olhar-me nos olhos, inclinou ligeiramente a cabeça encostou levemente os seus lábios aos meus e meteu a língua até encontrar a minha, depois beijamo-nos como amantes, numa descoberta louca de formas de beijar, depois pôs as mãos nos meus ombros e afastou-me suavementeÂ…

_ Agora quando arranjares uma namorada já sabes beijarÂ… e muito bem, _ sorriu, virou-se, abriu a cama e sentou-se, a preparar-se para se deitar.

Eu continuava à sua frente com o pénis a latejar, duro como pedra, agora mesmo à frente dos seus olhos, dei um passo na sua direcção, estava agora a 1cm da sua boca agora ainda mais vermelha depois do beijo. Nos meus olhos pus uma súplica, chupa.

Nos olhos dela também havia uma súplica, não me faças istoÂ… pigarreou e disse-me.

_ Se fosse um sonho era bom para os dois, mas na realidade, eu não posso.

Baixei-me acariciei-lhe o rosto, beijei-a e disse-lhe: _ deita-te e dorme, e sonhaÂ… _ fui apagar a luz, abri a persiana e pus-me a observar a rua, fiquei ali até sentir a respiração dela se tornar regular

_ Jú estás acordada? _ Não tive qualquer resposta,

Aproximei-me dela e sussurrei-lhe ao ouvido, _ estás a dormir, agora é hora de sonhares comigo.

Beijei-lhe a boca, descobria e puxei-a até ela se sentar, estávamos novamente na mesma posição em que estivéramos antes, ela com a boca a 1cm do meu caralho, que continuava duro, a pedir consolo.

Ela olho-me nos olhos, esboçou um sorriso, estendeu a mão até segurar o meu caralho firmemente, começou a masturbar-me, sempre a olhar-me nos olhos.

Vi nos seus olhos amor, muito amor, ela também me amava, olhou a cabeça do meu pénis e viu aquela gotinha transparente na ponta, olhou-me nos olhos e estendeu a língua até lhe tocar, a imagem era linda demais, e o tesão era total, ela avançou a cabeça até sentir a cabeça toda na sua boca, depois começou a descer até eu sentir a tocar na garganta, recuou até sá ter na boca, novamente, a cabeça; com a língua e os lábios fez-me sentir na lua, ora chupava como quem exige leite, ora brincava com a língua como se fosse sorvete, nunca deixando de com a mão me punhetar, pôs-se a olhar para mim, procurando os meus sinais, viu-me fechar os olhos, aumentou a cadencia, cada vez mais rápido até sentir que eu ia explodir, sentiu o meu pénis a aumentar anunciando o orgasmo.

_ Dá-me o teu leitinho! _ Pediu e mamou algumas vezes na cabeça, sentiu o primeiro espasmo ergueu a cabeça para me olhar.

Eu olhei-a e ela estava dentro dos meus olhos, feliz por me fazer feliz.

Recuou um pouco a boca que abriu totalmente, para eu poder ver, o primeiro, o segundo, vagas de esperma que voavam para a sua boca que esperava submissa, de língua esticada, para onde apontou os últimos jactos, os mais fracos e que se estendiam pela língua, que ela recolheu, fechou a boca, virou o rosto para o alto, para mim, vi-a engolir, amo-te disse-me, depois engoliu a minha piça já meia murcha mais uma vez, até tocar com a testa na minha barriga, recuou e cuidadosamente limpou com a língua toda a cabeça.

Baixei-me e beijei-a como anteriormente ela me tinha beijado, um beijo indizível de tanto amor e sexo.

_ Vês amorzinho, há sonhos tão bons, tão perfeitos que não podem ser reais.

Estendeu-se na cama virou-me as costas. Eu subi para o meu beliche e compreendi que ela nunca deixaria que os sonhos se tornassem mais do que sá sonhos.

Senti então a cama a abanar, ela estava a masturbar-se, senti-me terrivelmente mal, fui egoístaÂ…

Peguei num preservativo do meu esconderijo, e desci, puxei as roupas da cama para o lado, lá estava aquele corpo perfeito, estendido, com as mãos no sexo numa procura de satisfação solitária, mostrei-lhe o preservativo, sorriu, tirou-mo da mão, rasgou a embalagem, soprou-lhe, segurou-o com 2 dedos, com a outra mão puxou-me para a cama, segurou o meu caralho mamou nele um pouco, depois pousou o preservativo na cabeça, pôs-se de joelhos e foi com a boca desenrolá-lo até ao fundo. Subiu para cima de mim, lambeu-me os lábios e voltou a beijar-me daquela forma que sá ela sabe, e sempre a olhar-me nos olhos, apontou o meu caralho e foi-se sentando devagar, afastou a cara ligeiramente e olhos nos olhos, meteu-me inteiramente dentro sí, arfando ligeiramente, suspirandoÂ…

Com a boca, sem um som, disse-me: _ amo-te perdidamente.

Depois começou uma cavalgada, tinha um jeito peculiar de fuder, em vez de subir e descer, vinha para a frente e recuava em impulsos do ventre, por vezes com impulsos incrivelmente rápidos, depois reduziu até parar completamente, apoiou as mãos nos meus ombros e senti a contracção, sorria e contraia a vagina, viu nos meus olhos que eu estava a ficar louco e ia ter rapidamente o meu orgasmo, parou deitou-se sobre mim e segredou-me ao ouvido:

_ Tenho muito prazer contigo.

Voltou à posição anterior, aumentando a cadencia, puxou as minhas mãos para as mamas e apertou, começando mais uma vez a ter espasmos, pôs a minha mão na sua boca, para impedir que fizesse muito barulho, apertei-lha e abafei a sua proclamação do seu orgasmo, quando ela acalmou abriu a boca a olhar para o meu polegar, enfiei-lho na boca e ela começou a mamar nele como tinha mamado no meu caralho, e a contrair a cona com tal violência que compreendi que me queria fazer vir, comecei a ritmar movimentos da bacia com os movimentos delaÂ… explodimos os dois, ela rápida esmagou a boca na minha, num beijo louco de tesão, gememos nas nossas bocas abafando o nosso prazer, escondendo-o do mundo.

Ficamos aí uns 10m abraçados, ela saiu de cima de mim e estendeu-se ao meu lado do lado de fora da cama, agarrou na base do preservativo, tirou-mo com cuidado, observou a porra que lá estava, deu-lhe um ná e pousou-o na mesa ao lado da cama.

_ Eu não preciso de mais ninguém na minha vida, tu completas-me.

Disse-me enquanto com o dedo, como que desenhava o meu rosto.

_ E eu sá te quero a tí, respondi, beijando-lhe a boca.

_ Deixa-me tratar de ti, acrescentou ela e foi dar mais umas chupas e lambidelas ao meu caralho, para o limpar, claro que o efeito foi ficar logo de pau ao altoÂ… Puxa, ainda não estás satisfeito amorzinho, perguntou olhando o caralho já a pulsar-lhe na mãoÂ… voltou para o meu lado, sem parar de me masturbar, como gostas mais de te vires?

_ Como tu quiseres que me venhaÂ… e onde tu quiseresÂ…

_ Não te importas que te console assimÂ…

_ NadaÂ…

_ És lindo maninho, _ disse, aumentando a cadencia da punheta, até notar que estava prestes a vir, aí, rápida Pôs os pés fora da cama, sentou-se ao lado da minha cabeça, estendendo-se sobre o meu corpo espalmando-se contra mim e no momento que me esporrava, engoliu a minha piça, de uma forma que não julguei que fosse possível, com o caralho teso e duro ao máximo, ela engoliu-o todo, o que quer dizer que eu me vim directamente para a sua garganta, via o queixo dela a pressionar a minha carne da zona púbica, e aguentou firme as sucessivas golfadas, eu sentia como se o meu caralho estivesse a ser espremido, tal era a pressãoÂ… ela apertou os lábios em volta da base e recuou limpando tudoÂ… eu fiquei ali quieto, quedo, completamente esvaídoÂ…

_ Fosga-se _ disse eu, _ que coisa boaÂ…

_ Inventei agora mesmo para tiÂ…

_ Não sabia que isso era possívelÂ…

_ Nem eu, respondeuÂ… e fiquei com a garganta a doerÂ…

_ Desculpa, pediÂ…

_ Ela sorriu, fui eu que quis e fui eu que fizÂ… foi um presente que te quis dar, e fiz com prazer! Estás satisfeito? _ Ao meu aceno com a cabeça, ela pediu: _ agora é melhor ires dormirÂ…

Dei-lhe mais um beijo na boca, e subi para o meu beliche, e senti vergonha, já estava novamente de pau feito, sá de me lembrar da esporradela na garganta dela, como era possívelÂ… foda-se que tesão, penseiÂ… penso que ela adormeceu logo, não sei, mas o que sei, foi que, muito devagarinho, tive que bater mais três punhetas para conseguir dormirÂ…

A partir dessa noite, eu passei a ter sempre um preservativo escondido nas calças e que, guardava na mão, quando me despia.



Na noite seguinte, tudo se passou como era já habito, despimo-nos, mas ela nem se virou, deitou-se de imediato ficando virada para o canto, despedindo-se com um: _ boa noite!

_ Boa noite, _ respondi, enquanto fui fechar a luz, regressando para abrir a persiana, completamente nu, pousei o preservativo na ponta da mesinha e fiquei a olhar pela janela, à espera que ela “adormecesse”,

Esperei aí uns 5m, até a sua respiração regularizar, depois levantei a roupa da cama e deitei-me a seu lado, puxei-a pelo ombro e assim que ela se virou beijei-a longamente com muita paixão, ela fez um movimento de ancas e encolheu as pernas, depois alongou-se, pondo-se de lado, já sem as calcinhas, apanhou-me a língua e começou a mamar nela, simulando o mamar num caralho, ao mesmo tempo senti a sua mão agarrar o meu caralho e começar a masturbar-me, de repente repetiu um movimento como o da noite anterior e voltou a engolir o meu caralho quase até à garganta, mas não conseguiu, como estava do canto não tinha espaço, depois recuou até o deixar escapar por entre os lábios, olhou-me virando a cabeça para mim, abanou-o batendo levemente nos lábios, levantou então a perna passando-a por cima de mim e voltou a mamar a cabeça da minha piça, eu por minha vez, tinha à minha frente perfeitamente iluminado pela luz da janela, o rabo e a cona da minha irmã, ali toda aberta, Já tinha visto isso muitas vezes nos livros, era o 69, eu devia chupar e lamber as partes intimas da minha irmã, mas a verdade eu naquele momento estava demasiado interessado em observar, passei as mãos e apertei aquelas duas bochechas, puxei-as para o lado e observei o buraquinho do cu, aproximei os dedos e levemente acariciei o O que se destacava, ela reagiu arqueando o corpo e gemendo e voltou a mamar na cabeça, eu continuei a minha exploração, agora a minha atenção era para a cona, puxei as coxas para cima expondo-lhe mais a cona, vi um risco com uns 5cm onde aparecia um bocadinho de carne e logo iniciava-se um pequeno triangulo perfeito de pelos muito curtinhos, acariciei-lhe os pelos e puxei o dedo até ao inicio da cona, toquei-lhe aquela carne que sobressaia, ela literalmente tremeu toda, molhei na minha saliva o dedo médio e ataquei o pedúnculo de carne, quanto mais lhe mexia, mais ela tremia, começou a mexer as ancas pressionando-se contra o meu dedo, abocanhou o meu caralho para abafar o barulho e ganiu enquanto tinha ali um orgasmo e estendo o corpo até pressionar a cona contra a minha cara, afastou as pernas mais e apoiou todo o seu peso na minha cara, massajando-se para a frente e para trás, molhou-me a cara toda, puxou a roupa e mordeu-a, mas mesmo assim, senti medo, ela estava a fazer muito barulhoÂ…, agarrou as minhas pernas e senti-a a ter outro orgasmo e as convulsões que eu agora sabia serem-lhe habituaisÂ… respirou fundo e voltou à sua posição, a chupar-me, eu limpei a cara nas suas coxas, mas continuava fascinado com o corpo à minha frente, queria continuar a exploração, com as mãos a puxar cada uma para seu lado, obriguei aquela fenda a abrir-se, não sei porque lembrou-me uma ostra, apreciei aquela carne muito rosa, e aquele buraquinho lá no meio, o agasalho perfeito para um caralho, estendi a língua e entrei no buraquinho, ela gemeu novamente, eu estendi o mais que podia a minha língua e imitando um pénis, tentei dar-lhe uma foda com a lingua, pelos sons ela estava a delirar, apertei a minha boca contra ela e fiz como se lhe beijasse a boca, foi novamente uma loucura, teve novamente os seus espasmos e o respectivo orgasmoÂ… espera, disse quando sossegou, agora é a minha vez, mamando de uma forma formidável a cabeça toda exposta, ela começou a cadenciar um aumento progressivo a punheta que fazia ao mesmo tempoÂ… até eu começar a gemer avisando o orgasmo práximo, ela mamou então a cabeça de uma forma que eu senti que ia explodir. Ela então passou as pernas novamente para o lado de fora, sentando-se junto à minhas cabeça e colando o corpo ao meu e deu um impulso que obrigou o meu caralho a entrar novamente até á garganta, o queixo dela afundava-se na minha zona púbica, puxou a minha mão até à sua garganta, onde senti as minhas golfadas, o meu caralho pulsava e eu sentia-o através da sua garganta, as várias golfadas a esvaziar toda a minha ânsiaÂ…

_ Foda-se, foi demais, _ consegui dizer quando me recuperei, ela então espremeu o meu caralho e sorveu tudo o que ainda conseguiu apanhar, deitou a cabeça na minha perna e ficou a brincar com o meu pénis que com a excitação não estava de todo murcho, ela comentou:

_ Ainda não estás satisfeito?_e continuou a punhetar-me e eu a ficar novamente pronto.

Na posição em que ela agora estava, em repouso sobre mim, mesmo junto à minha cabeça o seu cu, voltei-lhe a minha atenção, beijei-lhe a bochecha e voltei-lhe a medir a textura, e avancei a mão até lhe encostar um dedo no O, ela arrepiou-se e deu uma pequena risada

_ É bom, queres? _ e voltou à posição anterior, que o pôs ao alcance da minha boca.

_ Foi aqui que perdi a minha virgindade, _informei-a, e estendi a língua até lhe tocar mesmo no meinho, ela estremeceu e suspirouÂ… és maravilhosoÂ… continuaÂ…

Eu lambi, beijei, chupei, molhei o meu dedo e mergulhei-lho devagarÂ… ela gemeuÂ…

_ É teu, toma-o, ou queres que eu tu dê?

_ Dá-mo! _ pedi.

Ela deu meia volta ficando montada nas minhas pernas, de frente para mim, punhetou-me mais 2 vezes, puxou do seu pijama que estava lá de lado, e cuidadosamente limpou-me totalmente, depois mamou um pouco sugando a cabeça, avançou e enfiou-o na cona, subiu e desceu algumas vezes, saiu recuou levou-o à boca segurando a cabeça com os dedos à volta formando um circulo, deixou que a saliva caísse, mais e mais até ela se acumular na barreira que eram os seus dedos, depois avançou e com cuidado apontou para o cu, tinha uma perícia louca, senti o caralho a entrar, suavemente, ela deslizava a mão para baixo na medida que eu ia entrando, espalhando a saliva pelo tronco do caralho, quando retirou a mão, estava completamente encabada, sentia tremer toda, pôs as mão no meu peito e esperou que o corpo se adaptasse, mexia-se levemente para se ajustar mais, por fim parou a olhar para mim e a fazer-me carinhos no rosto, alargou as pernas, pousou as mãos ao lado da minha cabeça, começou a subir até meio, lambeu sensualmente os lábios e disse-me rouca,

_ Mexe-te, marca o teu ritmo, tira de mim o teu prazer, estou a dar-toÂ….

Eu agarrei-lhe as coxas, e movi as ancas, ela estava ali ao dispor e eu entrava e saia ao meu belo prazer, era bom, mas eu tinha gostado mais de a enrabar, com ela deitada por baixo.

_ Não te queres deitar?

_ Gostas mais deitado amorzinho? _ Perguntou-me.

Mudamos com cuidado de posição, eu coloquei-me atrás dela, entre as suas pernas, mas ela não se deitou, pousou a cabeça na almofada mas ajoelhou-se ficando com o rabo para o ar.

_ Tenta assim, vais gostarÂ…

Também já tinha visto isto em revistas, a posição natural do enrabançoÂ…cuspi na mão e entrei devagar e carinhoso, beijei-lhe as costas segurei-a pelas ancas e cada vez mais excitado meti com vontade, quando ela me sentiu completamente adaptado, ergueu-se nos braços até ficar de quatro, depois, quando ela me sentiu já solto, sem se levantar, recuou os braços e lançando-os para trás, agarrou-me as ancas e começou a guiar os meus movimentos, incitando-me a fude-la, puxando-me para si, como se quisesse que eu entrasse eu práprio para dentro dela, era por demais nítido a sua vontade de me satisfazerÂ… isso nunca eu tinha visto ou lido, não sabia que era possível, parecia desafiar a gravidade, com o corpo perfeitamente deitado para a frente, mas o tesão de ver a minha irmã ajudando-me a enraba-la, a sua vontade de me dar prazerÂ… fez-me explodir, ambos a puxarmo-nos um para o outro, as contracções da minha verga no seu interior, e senti que ela também estava a contrair os seus músculos do cu, apertando com sincronismo o meu caralhoÂ… uma coisa do outro mundoÂ… cai para o lado, completamente satisfeito, ela veio beijar-me e depois foi limpar-me o caralho com a boca e com a línguaÂ…

Estendeu-se um pouco ao meu lado a acariciar-me enquanto descansávamos, esperou algum tempo depois pediu-me:

_ Vai-te agora deitar amorzinho, dorme bem.

E dormi, como um santo, sentindo-me o mais feliz dos rapazesÂ…

É impossível relatar tudo o que fizemos, descobrimos e inventamosÂ… cada noite era uma noite de felicidade, mas uma noite foi super especial para mim, quando fiz 19 a minha irmã quis-me dar uma prenda inesquecívelÂ…







Assim, na festa do meu aniversário, deu-me de prenda um livro de ficção científica, com uma pequena dedicatária: Ao meu amorzinho, o melhor e mais especial irmão do mundo.

Quando por fim e, como quase sempre, sá estávamos nás na sala, ela fez o bocejo costumeiro, vamo-nos deitar? _ Perguntou.

_ Vamos, _ confirmei, apagando a tv e seguindo-a para o quarto de banho, ela como sempre ocupou o grande, eu o pequeno. Sá saí quando a senti sair, já estava de pau feito, desejoso por lhe meterÂ… Tudo se passava como de costume, cada vez ela me dava menos chance de aproximação, sem antes fingir que adormecia, excepto nessa noite, nessa noite despiu-se ao mesmo tempo que eu e pela primeira vez na vida, virada de frente para mim até sá ficar com uma cuequinha preta e totalmente transparente, depois sentou-se na mesa que estava encostada à janela a olhar para mim, eu a olhar para ela, e como agora era costume, completamente nu e com o pau apontar para a lua.

_ Anda cá maninho!

_ Chamou-me e assim que fiquei ao seu alcance, ela puxou-me para ela, fiquei entre as suas pernas, a comprimir o caralho contra a mesa, ela abraçou-me, com os bicos tesos a pressionarem-se contra mimÂ… deixa ver se não esqueceste a lição, segurou-me a cabeça como tinha feito uma vez, já à muito tempo, e meteu-me a língua, beijamo-nos como amantes, a minha tendência foi agarra-la, apalpa-la, mas ela antecipou-se segurando-me as mãos.

_ Vais ser um amante espantoso! O que eu te queria dizer, era que, se estivesse ao meu alcance dar-te aquilo que mais querias, sei lá, um sonho, movia o céu e a terra para te o darÂ… mais que um livro de ficção queria-te dar um sonho que sentisses na realidadeÂ…

Apeteceu-me dizer que era o que me dava todas as noites, mas sei que ela ia entrar no jogo do desentendimento, por isso fiquei sá a olhá-laÂ… onde queria ela chegar?

Deu-me mais um beijo leve e, também como de costume, deitou-se virada para o canto, eu fui apagar a luz, abri a persiana, subi ao meu beliche, fui ao meu esconderijo na prateleira, peguei num preservativo, era o último, fiquei admirado, porque parecia que eles nasciam lá, sempre que uma caixa estava a acabar, no dia seguinte estava cheiaÂ… desci, abri a cama dela, deitei-me ao seu lado e antes que eu lhe tocasse, ela virou-se, amostrei-lhe o preservativo que ela fazia sempre questão de mo colocar com a boca, ela pegou-lhe, abanou-o em frente aos meus olhos e atirou-o para cima da mesa dizendo-me sorridente e marota.

_ Sá se usam preservativo quando se tem relações eventuais, quem tem parceiro certo e seguro escolhe outro método, não quero mais borrachinhas, quero que me sintas como sou, e quero-te sentir como és! Desde à um mês que passei a tomar a pílula.

Beijou-me e subiu para cima de mim e, se é permitida a expressão, não fui eu que a fudi, foi ela que me fudeu até me vir dentro dela, depois curvou-se e mamou-me até me sentir apto para a fuder novamente, então puxou-me para cima dela, até esvair o meu tesão nela, era porra por todo o lado a escorrerÂ… passou-me o braço por trás do pescoço e deitada ao meu lado, cheia de intimidade suspirou e disse-me:

_ És o homem perfeito para mim. Ficas a saber que se sinto a mais sortalhuda das raparigasÂ…

Puxou o meu rosto para si, olhou-me nos olhos e afirmou:

_ Amo-te tanto que tu nem fazes a menor ideiaÂ…

Acariciei-lhe o rosto, estava satisfeito, vir-me duas vezes seguidas dentro dela, na cona, tinha-me deixado completamente satisfeito, mas gostava daqueles momentos de carinho e intimidadeÂ…

_ JúÂ… conta-me como foi a tua primeira vez, com quem foi?

_ Isso não interessaÂ… mas se queres mesmo saber, foi na aldeia, com o Bt, nás começamos a namorar tinha eu 13, aos 19 ele começou a tentar e a pedir mais, eu tinha medo, sobretudo medo de ficar grávida, assim ele convenceu-me a deixá-lo ir por trás, ele ficava satisfeito e não havia o perigo de engravidarÂ… tornou-se um habito, mas as primeiras vezes foram horríveis, era sá porque estava muito apaixonada que aguentavaÂ… depois nas conversas com as amigas compreendi o funcionamento do meu corpo, e aos 19 também quis, mas as primeiras vezes foram também uma porcaria, ele vinha-se sempre antes de mimÂ… e nunca, mas nunca, até acabarmos o namoro, eu tive um orgasmo a fazer amor com ele, era também uma relação estúpida, namorávamos por carta e estávamos um mês juntos, na aldeia, nas férias de verãoÂ…

_ Mesmo assim foram uns anos valentes! _ Acrescentei, na verdade sempre achara aquele namoro à distância meio estúpidoÂ…

_ Foram 5 anos, 5 com o BT dos 19 aos 18, depois durante 1 ano não me interessei por ninguém, depois namorei 2 anos com o Zé, que como sabes me enganava, mas a relação era mais ou menos, a nível sexual ele era mais experiente, era mais maduro, dava-me prazerÂ… e filho da mãe era casado, quando descobri apeteceu-me matá-loÂ… depois deixei de procurar, estava completamente decidida a não ter mais ninguémÂ… ou para ter alguém, como tive, eram namoros descomprometidos, eu até nem os amava, era até pela companhiaÂ… mas já não quero mais isso, para ter alguém, tem que ser uma relação de sonho, com alguém que eu te ame e eu saiba que me ama e que tenha a certeza que não me menteÂ… _ Parou de falar e apoiou-se no cotovelo a olhar para mimÂ… _ alguém que eu confie totalmente que eu ame totalmente e a quem eu ame incondicionalmente, ¬_ deu-me um abraço de partir ossos, _ alguém com quem tenha uma relação de sonhoÂ…

Beijamo-nos e brincamos como qualquer par de namoradosÂ…

Ouvimos um barulho, alguém se levantara para ir à casa de banho, ela pediu-me que me fosse deitarÂ… e quando eu já estava de pé, agarrou-me a mão, puxou-me e segredou-meÂ…

_ Vou-te dar uma prenda de sonhoÂ… acho! _ Acrescentou a rirÂ…

No dia seguinte à hora do jantar, quando ainda estávamos todos à mesa, a minha irmã pediu aos meus pais para ir passar o fim-de-semana até segunda na casa da Mary para estudar para a frequência que ia ter na semana seguinte e em que a rapariga era a melhor aluna, logo uma grande ajudaÂ…

Foi o fim do mundo, para os meus pais uma menina não dorme fora de casa, ou se dorme é numa casa de família, onde hajam “adultos” ou seja pais, o que não era o caso.

A Mary era a melhor amiga da Jú, costumava vir lá para casa muitas vezes, chegando mesmo a passar lá fins-de-semana, era muito divertida e brincalhona, mas tinha um jeito que me deixava embaraçado e envergonhado, parecia que estava sempre a gozar comigo, eu fugia disfarçadamente dela, arranjando sempre desculpas para não levar com ela.

Ela estava no mesmo curso da minha irmã, mas não era de cá, era de uma cidade do interior, a sua família tinha posses, por isso a Mary vivia num apartamento com 3 quartos que os pais tinham comprado, quer como investimento, quer para a filha morar enquanto estivesse a estudar na nossa cidade, quer para quando lhes desse na cabeça fazer praia ou simplesmente visitar a única filha.

Mas para os meus pais, 2 raparigas de 24 anos, finalistas, sem pais por pertoÂ… ia haver orgiaÂ…

Como eu sou o filho mais novo, e muito mais novo que as minhas irmãs, para a minha mãe eu sou um bebé, e um menino da sua inteira confiançaÂ… e como ela sabia que a Mary podia realmente ajudar a Jú na matéria para essa frequência, ela jogou o seu trunfo:

_ Se o teu pai deixar, podes ir, mas o teu irmão também vai! _ E olhou-me com os olhos de quem diz, vai, vê e conta-me tudoÂ… E assim ficou decidido

No sábado depois de almoço lá fomos, com marmitas e tudo para jantarmos nesse dia, almoçarmos e voltarmos a jantar no dia seguinte, porque segundo a minha mãe, aquelas preguiçosas não iam sequer comerÂ… o meu pai ia na segunda de manhã buscar-nos para nos levar às aulasÂ…

Lá fomos, a Mary estava à nossa espera à janela do seu 2ª andar, toda sorridente, é muito simpática e divertida vista assim ao longe pensei eu.

Como a Jú tinha o cabelo cortado à rapaz, era 1 ou 2 cm mais alta, mas mais ou menos com o mesmo peso, quem não soubesse facilmente as tomaria por irmãs.

Sou testemunha do afinco das raparigas, elas estudavam sem qualquer momento de distracção ou abstracção, eu por minha vez, fui para o quarto da Mary jogar no computador e ver televisão, às 9 horas, quando começou a anoitecer deu-me fome, fui preparar o jantar, que na verdade foi sá aquecer no microondas, servias e chamei-as para jantar, a minha irmã teceu-me logo rasgados elogios pela minha compreensão e gentileza, a Mary fez coro com a Jú e como esta se abraçou a mim aos beijinhos ela, juntou-se a nás, lambuzaram-me de beijos de brincadeira, a Mary confidenciou-me que a minha irmã falava de um jeito de mim, que ela estava a ficar realmente interessada em me conhecer melhorÂ… devo ter corado porque levei aquilo para o”aquele” sentido, elas olharam-se surpreendidas e desataram às gargalhadasÂ… _ a brincar que o digas, até sei que é verdade, disse a Jú para a Mary.

Foi um jantar rápido, elas voltaram ao estudo e, talvez porque me elogiaram tanto, até me deu vontade de lavar a louça, depois fui novamente para o quarto da Mary ver televisão; senti-me um pouco aborrecido, estava mesmo a dar-me sono, quando entram elas cada uma com um copo de whisky na mãoÂ…

_ Um momento de relaxamentoÂ… _ disse a Mary, eu olhei para os copos e devo ter franzido a sobrancelha, a Mary desculpou-se _ a tua irmã disse que achava que não gostavasÂ… viemos perguntar, queres?

_ Quero! _ Respondi, sobretudo para não dar parte de fraco.

_ Eu vou! _ Disse a Mary.

A minha irmã sentou-se de imediato junto a mim e segredou-me:

_ Al, haja o que houver, aconteça o que acontecer, se hoje houver “sonho”, é em absoluto silencio e com muito, muito carinhoÂ… ok?

Eu assenti, surpreendido por aquele pedido a jeito de súplicaÂ… fiquei esperançoso, ela ia arranjar um jeito de estar comigo. Delirei! Piscando-lhe o olho confirmando que percebera.

Fomos bebericando e conversando de coisas mundanas e divertidas, elas tinham uma cumplicidade que me surpreendeu, e assim uma perto da outra até a mim me dava a sensação de que eram irmãsÂ…

_E se vestíssemos já o pijama? _ Perguntou a Mary, a Jú concordou e foi buscar o dela, aproveitou e trouxe também o meu, perguntando à amiga, não vamos ver televisão, ele pode dormir neste quarto!?...

A Mary olhou-me de lado, dizendo teatralmente:

_ Nos lençáis onde durmo, onde deixo o meu perfume e os meus segredos, partilhar a minha intimidade? Sorrindo. Um rapaz lindo e ”bom” como ele, é claro!

Gargalhamos todos.

_ E tu, perguntou para a Jú, vais vestir a tua sensual camisa de noite em frente deste mancebo?

_ Eu vou, sem problema, disse a Jú, que no entanto me virou de costas.

_ Então cora rapazinho, _disse a Mary, _ que se ela não tem vergonha, eu também não.

Eu fiquei ali estupefacto a vê-las despirem-se na minha frente, mostrando-me aqueles corpos esculturais, perfeitos e tão parecidos que parecia uma o reflexo da outra.

A Mary de repente, olha-me de lado para ver se eu estava a observar, vendo que eu a olhava, de calcinha e sutiã, dá meia volta e pergunta:

_ Agrada-te?

_ Muito, respondi!

_ Ainda bem! _ afirmou, subiste o meu egoÂ….

Desatamos todos às gargalhadas, lá vestiram as camisas e sá depois tiraram os sutiãs.

A Jú veio até mim e disse:

_ Dá cá um beijinho, não vás adormecer sem me dar o meu beijinho e estendeu-me os lábios, demos um beijinho, a Mary reclamou.

_ Também quero! _ e imitou a minha irmã, depois parou _ gostei, quero outro! _ deu-me um meio beijo meio trincaÂ…

_ Não abuses! _ ralhou a minha irmã. Rimo-nos todos outra vez.

Elas lá foram abraçadas a rir à gargalhada e eu fiquei a beber o resto do meu whisky e a ver um filme que estava a darÂ… como não estava acostumado a beber, comecei a ficar um pouco como quem flutua, com vontade de rir sozinho e claro a ficar cada vez com mais sono, quanto mais bebia, mais o sono me caia, até que sem dar conta adormeci.

Acordei quando o corpo esguio da minha irmã se encostou ao meu, senti o seu beijo suave, foi somo se tivesse acabado de beber um café duplo, fiquei logo de pau feito, mas lembrando-me das suas recomendações, esperei que ela avançasse, fiquei um pouco aborrecido por estar às escuras, não se via nada. Privilégio aos sentidos pensei.

Ela continuou a beijar-me cada vez com mais paixão, sempre a beijar-me subiu para cima de mim, puxou-me a cabeça para o peito e eu comecei a dedilhar-lhe os bicos, variando com mamadas e lambidelas, talvez por causa do álcool tinha como que outra percepção, “sentia” como e onde devia abordar para mais a satisfazer, senti que nessa noite ela queria sobretudo suavidade, o roçar sem tocar, o chupar sem morder, o molhar sá com a ponta da língua, sem lamber, depois foi recuando, senti o meu pénis tocar-lhe as nádegas e senti ela a agarra-lo e a puxá-lo para a frente, a esfregá-lo na coninha, a fazê-lo correr entre as bordas, para a frente e para trás, suspirou, e senti a ponta da piça a ficar molhada, passeia a ponta dos dedos e notei que ela estava já toda lubrificada, senti vontade de meter, mas controlei-meÂ… ela apontou e senti entrar a cabeça, ela parou e deve ter contraído os músculos, porque senti como uma barreira que me impedia a passagem, ela ergueu-se, voltou a brincar com o caralho nas bordas, voltou a apontar e meteu novamente a cabeça, fez pressão, era uma pressão incomoda, diferente de tudo o que me tinha feito, mas ela tinha dito: “_ Al, haja o que houver, aconteça o que acontecer, se hoje houver “sonho”, é em absoluto silencio e com muito, muito carinho…” ; esperei, cada vez com mais vontade de meter de uma sá vez. Ela pressionou, pressionou, depois ergueu um pouquinho e com uma violência desabitual forçou num sá golpe a entrada, lançando um pequeno grito, agarrou-se aos meus ombros a tremer e a gemer, não eram sons de prazer, pelo contrário, eram uma espécie de lamento, fiz-lhe uma festa no rosto e senti lágrimas, acariciei-a mais, senti uma tontura e fiquei aflito, preocupado, puxei-a pelas nádegas e apoiei as costas à cabeceira da cama, de forma a poder estar à sua frente, beijei-lhe os olhos e lambi-lhe as lágrimas, puxei-a para mim, de forma que apoiou a cabeça no meu corpo e eu abracei-a consolando-a de algo que eu não sabia o que eraÂ… a respiração dela foi sossegando, deixou de tremer, afastou-se de mim e procurou a minha boca, apanhou o meu lábio superior entre os seus lábios e percorreu toda a extensão ao mesmo tempo que com a língua mos massajava, depois repetiu no lábio inferior, depois meteu-me a língua na boca, esperou que eu lha lambesse e mamasse nela, depois remexeu-a e passamos ao beijo de amantes, começou então a mexer as ancas, apoiou-se novamente nos meus ombros e começou a subir e a descer, cada vez com mais energia, e sá então senti que ela estava a ficar com tesão, depois parou e resvalou para o lado, compreendi que queria que fosse eu a montá-la, rodei suavemente começando por lhe lamber as tetas enquanto me posicionava, apontei e entrei devagar, ela gemeu, recuei, voltei a avançar e lentamente comecei o vai vem, indo cada vez mais fundo, mais fundo até ela começar a gemer, cada vem que avançava ela gemia, outra novidade, se calhar estou borracho, pensei num daqueles pensamentos que passam pela cabeça como relâmpagos, rápidos e que desaparecem, agora sá queria o meu prazer, ela não fazia como das outras vezes, não ajudava a marcar o ritmo, ficava ali à espera, quase parada, apeteceu-me a dizer-lhe mexe-teÂ… mas não disse nada, procurei outros sinais, e encontrei, era sá a respiração que me podia guiar, fui cadenciando o vai vem pela sua respiração e quando ela começou a arfar eu fui aumentando cada vez mais a cadencia acompanhando a sua respiração, até quase lhe faltar o ar, até ela explodir em gemidos e gritos de tesão, é a primeira vez que tens um orgasmo pensei, enquanto reduzia o ritmo suavemente para ela descansar, ela acariciava-me num obrigado mímico, mas eu ainda não tinha acabado, eu queria o meu orgasmo e queria tê-lo com ela, ao mesmo tempo. Continuei a meter muito devagar, com muita suavidade, passei os meus braços por baixo dos dela e segurei-lhe a cabeça e comecei a beijá-la com carinho, e apoiando-me nos cotovelos, comecei a cadenciar as minhas investidas, até ela fugir dos beijos para respirar, estava pronta, ela agarrou-se aos meus ombros espetando-me os dedos, senti os seus músculos retesarem-se e ela gritou, _ e vão dois, pensei. Não parei continuei com a mesma cadencia até ela se soltar e então senti ela a procurar com o seu ventre o meu, agora temos ritmo, estás na minha dançaÂ… agora vamos os dois, pensei, antes de me soltar com toda a vontade naquele corpo que, agora, também com toda a vontade procurava o meuÂ… atingimo-lo quase com violência, os dois corpos abraçados e tensos ambos a tremermos de prazer, estávamos completamente molhados de prazer e suorÂ… ficamos cada um para o seu lado a recuperar a respiração

_ Obrigado Al, és maravilhoso, tal como a tua irmã dizÂ… és fantásticoÂ… apetecia-me ficar aqui a dormir contigo, mas tenho de tomar banho e tenho de mudar a camaÂ… eu trato disso, vai tomar um banho na casa de banho desse corredor e vai para esse quarto à direita, vai lindoÂ…

Eu ao sair do quarto liguei a luz do corredor, olhei para a cama, a Mary estava estendida no meio da cama com as pernas e os braços estendidos, num total relaxamento, vista assim parecia mesmo a minha irmã, sá que Mary tinha os pelos da cona completamente rapados, vi também a mancha de sangueÂ…

Fui à casa de banho, tinha diversas manchas de sangue e estava todo melado, fui tomar banho, desconcertado, será que a Jú sabe, claro que sabe e a Mary também sabe de mim e da JúÂ… Como é que ela me mete assim numa jogada destasÂ… tanto segredo, tanto sonho, diz-me que me amaÂ… e dá-me às amigasÂ… como ela disseÂ…_ FO DA – SEÂ… por isso os homens não entendem as mulheresÂ… PUTA QUE PARIU estas vacas, vá o diabo entende-lasÂ…

Depois do banho nem me dei ao cuidado de me tapar, fui nu para o quarto que ela me indicara, mal entrei alguém ligou a luz, senti uma mão sobre a boca impedindo-me de falar, a mão virou o meu rosto para o rosto da minha irmã, fiquei furioso, queria dizer-lhe uma série de coisas, mas ela com um sorriso compreensivo abanava a cabeça negando-me o direito a falar, encostou-se ao meu ouvido e disse-me:

_ Tens de me ouvir para compreender e tens de confiar em mim para tudo continuar, senão destráis tudo, e eu não volto a sonhar, isto é tudo parte do sonho que te prometi darÂ…tens de te acalmarÂ… olhou para os meus olhos para confirmar que eu nada ia dizer, depois puxou-me pela mão para a cama obrigando-me a sentar, sentou-se à minha frenteÂ…

Ouve com atenção e responde ponderado e baixo. Eras, para me fazer feliz, capaz de me partilhar?

_ Nem pensar, respondi.

_ Já pensaste no amor que tem de haver para alguém ter coragem de partilhar o seu maior amor?

_ Não compreendo!

_ Não me disseste que me amavas, que me querias para partilhar inteiramente a tua vida, para tua esposa!?

_ Disse! E confirmo, quero-te mais que a qualquer outra pessoa no mundoÂ… ou queriaÂ…

_ E acreditas que sendo nás irmãos me podes ter nessas condições algum dia?_ Perguntou com alguma dureza.

_ Não percebes que para me puderes ter para ti sempre, tenho de partilhar o teu amorÂ… Se a Mary que é a minha melhor amiga, quase uma alma gémea, te amar, se ela te quiser, eu sei que ela te vai partilhar comigo, ela vai permitir que eu possa continuar contigo sem escândalo, sem problemasÂ… sá tens de conseguir que ela te ame tanto como eu te amo, e eu estou cá para ajudarÂ… Eu e ela temos os gostos tão parecidos em tudo, que estou certa que em pouco tempo ela te vai amar tanto como euÂ… E sim, ela soube de tudo desde o início, viveu pelos meus relatos a nossa relação e o nosso amorÂ… porque julgas se te entregou assim sem mais nem menos a sua virgindade!? Ela sempre teve medo, mas eu prometi que tu a fazias, não perder a virgindade, mas ganhar amor e fazer desse momento, um momento bonito, é que para a maior parte das raparigasÂ… é uma recordação detestávelÂ…Foi tudo o que eu lhe disse, tudo o que eu lhe prometi que seria, porque tinha a certeza que tu lhe ias dar tudoÂ… e desteÂ… e ela já começou a amar-te porque te vê pelos meus olhosÂ… e agora pelo corpo pelos seus olhos já te começa a ver como euÂ… a amar-te como eu te amo. _ Al, tu és mesmo muito especial, e ela sempre sentiu isso, olha que o que ela te deu, é algo muito especial, irrepetívelÂ… Mas deixa isso, isso foi um prelúdioÂ…

_ Eu prometi que te ia dar um sonhoÂ… e vou-to dar! Todo o homem sonha possuir duas mulheres, tê-las para si às duas na sua cama. Nem eu nem ela somos lésbicas, nunca tivemos qualquer envolvimento íntimo que não fosse de amigas, mas a meu pedido ela e eu hoje vamos fazer loucuras para te agradar, somos a tua prenda de anosÂ… Vem

Entramos no quarto, a Mary já tinha tomado banho e mudado a cama, estava deitada nua sobre a cama à nossa espera com a cabeça pousada na mão que apoiava no cotovelo.

_ Demoraram! Disse.

A minha irmã foi buscar uma senhorinha que colocou junto á cama, esse é o teu lugar. Depois deu a volta e foi-se deitar na cama ao lado da Mary. Olharam uma para a outra e sorriram cúmplices, mas também um pouco nervosas.

_E então minha amiga, como foi? Â…

_ Como tinhas dito Jú, não me arrependi como me prometeste e sim, tive prazerÂ… três vezesÂ… depois despachei-o senão, ainda o comiaÂ…

_ Achas que o podes amar como eu o amo?

_ Talvez, eu o tenha amado sempreÂ… sem saber, é esplêndido em tudo, isso já tu sabes, foste tu que mo dissesteÂ… ou fui eu que to disse? _agora preciso de lhe ganhar amorÂ… . ou ele é que precisa de descobrir o meu amor?... e sim, gosto muito de ti, como se fosses minha irmã, sorriu, não como vocês o são, seus pervertidos, ou talvez, mas gostava de te ter perto de mim para sempreÂ… _ Olhando para mim. _ gostava de vos ter sempre ao meu lado, para todo o sempreÂ… _ rimos todos, ela tinha a mania de brincar com tudo, e sobretudo, com as palavrasÂ…

_ Hora da prendaÂ… disse a Jú



Estavam ambas deitadas de lado na cama, viradas uma para a outra, a Jú estendeu a mão, acariciou a face da Mary, avançou a mão até à nuca dela e puxou-a para si, pararam a 1cm um da outra, olharam-se nos olhos sorriram e beijaram-se, suavemente, depois a Jú fez deitar a amiga e começou a beijar-lhe os mamilos, esta observava mais curiosa que realmente excitada.

Eu é que já estava com tesão, não queria ver, queria participarÂ…

_ Também quero, _ pedi.

Elas sorriram-se.

_ Anda que isto assim não tem grande piada.

Foi a gargalhada geral, coloquei-me a meio, entre elas e com as mãos empurrei-as até estarem frente ao meu caralho.

_ Mamem! _ Ordenei.

E ela começaram a rirÂ…

_ Aproveita que hoje somos totalmente tuas, somos as tuas escravasÂ… Mas sá hoje é que somos escravas, e atenção que somos escravas emancipadasÂ… ninguém faz nada que não queiraÂ… HOJEÂ… depois somos todos cúmplices e amantes, com direitos e deveres iguaisÂ… _ Disse a Jú, que agarrava o meu caralho enquanto a Mary já mamava com vontade, chupando e lambendo a cabeça, a minha irmã empurrou-a afastando-a.

_ Eu também quero e hoje ainda não tive nadaÂ…

Eu puxei a Mary e com a língua fiz o sinal divertido de que a queria chupar, ela entendeu e veio, puxei-a de forma a ela ficar de costas para mim, assim poderíamos fazer o 69, assim poderia também apreciar-lhe o cuzinho, ela compreendeu o qe eu pretendia e sentou-se no meu peito, virada para a minha irmã, que continuava a fazer-me um brocheÂ… alisei-lhe as costas, numa carícia apalpei-lhe as mamas ligeiramente mais pequenas do que as da minha irmã, agarrei-lhe a cintura e puxei-a para mim até lhe puder beijar as nádegas, puxei-me para baixo, até ficar com a a boca ao alcance da sua cona.

_ Jú, quero entrar em ti, pedi, ela não se fez rogada e montou-me, senti-a a agarrar o meu caralho, a apontá-lo e a

introduzi-lo na sua coninha, que prazer,

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