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TESÃO SOB O MESMO TETO 3



Nesse meu novo relado, ao invés da categoria "fetiche", vou colocar em "orgia". Vocês vão entender.



Depois disso, já pela madrugada, Dayana acordou, e foi para o seu quarto, e eu, voltei a dormir, do jeito que estava. Quando acordei, foi com a minha deusa, falando que o café estava na mesa, e que as crianças já tinham saído para escola. Tomei um banho, coloquei o roupão,sem calcinha, e fui tomar café, com ela. Quando estava sentada, tomando café, Dayana fez uma gostosa massagem nos meus ombros e seios, o que me fez ficar bem relaxada. Durante o café, ela me perguntou se eu tinha gostado do pau do namorado dela, e se eu queria também se servir dele. Ouvindo aquilo, eu me senti tentada, mas ao mesmo tempo humilhada e com vergonha, de tudo que estava acontecendo entre nás. Respondi a ela, que desse tempo ao tempo, e que era muito cedo, para pensar naquilo, que eu tinha que adiquirir confiança em mim mesma. Foi então que ela falou: - Eu te quero muito, mas quero você junto com uma pica, que meta em nás duas, se não for meu namorado, pode ser o Jorge, seu marido, que aliás, tem um pauzinho que dá pro gasto. Ouvindo aquilo, senti um misto de ciúmes, não sei se dele ou dela, com um tesão tremendo.- Como você sabe, sobre o pau dele. – Perguntei. Ela então me respondeu que tinha ficado no pé da porta do meu quarto, ouvindo eu e Jorge trepar, e que depois no mesmo buraco de fechadura que tinha me dado tanto prazer, na noite anterior, tinha visto o meu marido tomando banho. Entendi então, que ela tava querendo colocar o meu marido na transa, gelei de medo. -Como seria isso? Perguntei. Ela falou que eu saísse durante o almoço, que ele ligou falando que viria almoçar em casa, e que deixasse, que ela veria uma maneira de provoca-lo. Não sei como, mas concordei, e perto do meio dia saí. Era mais ou menos uma e meia da tarde, quando voltei pra casa, pois sabia que o Jorge já voltara pro quartel. Encontrei Dayana no sofá, bem relaxada, e com cara de satisfação. -O que aconteceu? – Perguntei. -Vem cá ver. Disse ela, com a carinha safada. Ela pegou na minha mão, na minha cabeça, e a conduziu a sua boceta, que estava toda gozada, do meu marido. Se fosse em outros tempos, eu quebraria qualquer rival, que desse em cima do meu marido, com uma boa surra, mas aquela era uma ocasião toda especial, que eu estava adorando.- Me conta o que aconteceu entre vocês. Falei. Ela começou o relato: “- Quando você saiu, eu fui no meu quarto, e coloquei esse vestido e essa calcinha (era um vestido curto de malha branca, bem surrado, com uma calcinha também branca e transparente), quando vi que o Jorge estava chegando, por volta do meio dia, corri pra sala, peguei um pano, uma cera líquida, e fiquei de quatro, no chão, com a bunda bem arrebitada, encerando o chão. Notei que ele observou logo, pois o vestido é um pouco transparente, e passou a mão no pau, vi que ele tava exitado. Continuei como estava, e ele foi no quarto, gritando por você. Não ouvindo resposta, me perguntou por todos da casa. Respondi que você tinha ido ao supermercado, e que os meninos, não tinham chegado, que estava sozinha em casa. Nessa hora, os seus olhos brilharam, e ele deu um sorriso maroto, adorando a situação. – Vou tomar uma banho rápido, coloque o almoço na mesa, por favor. -Disse ele. Imediatamente, corri para cozinha, e num instante coloquei tudo na mesa. Quando terminei de por o almoço, ouvi o chuveiro ligado, e corri para a porta, pra ver o Jorge tomando banho. Quando o vi, ele tava com os olhos fechados, passando a mão no pau, que estava super duro. Rapidamente ele terminou o banho, e veio pra sala, sem camisa, e com um short fino de nylon, que ele usa no quartel, para educação física. Ele não fazia questão de esconder de mim o seu volume, pois estava sem cueca. Senti minha calcinha enxarcar, e voltei pro chão, para deixa-lo mais doido. Fiquei com minha bunda, mesmo em sua direção, e pelo canto do olho, o via irrequieto, passando a mão no pau. Foi quando ele me chamou, pra passar um pouco de cera no armário da cozinha. Imediatamente fui pra cozinha, subi na pia, e comecei a encerar o armário, na parte mais alta do armário. Logo em seguida ele tava atrás de mim, com a cara bem perto da minha bunda. – Quer ajuda? Ele perguntou. Respondi que sim, então ele segurou com as duas mãos em minhas cochas, e disse que era pra eu não cair. Que cara de pau a dele, viu? Mas, eu estava adorando, era aquilo mesmo que eu queria. Ele começou a apertar minhas pernas, e foi subindo as mãos, quando chegou na minha boceta, notou como eu estava molhada. Mecheu um pouco nela, me virou de frente, e caiu de boca em mim. Gozei umas duas vezes na boca dele. Ele me pegou com força, me colocou em cima da mesa, puxou minha calcinha de lado, e meteu sem dá, gozando rapidamente. Em seguida, Jorge me pediu para ir passar cera no chão novamente, do mesmo jeito que estava. No início eu não entendi, apenas obedeci. Mas quando eu fiquei de quatro, no chão, ele me olhou com “um olhar assassino”, e veio por trás de mim, forçando o meu cuzinho. Passou o pau na minha boceta, e quando molhou bem, meteu com força, me fazendo gemer. Ele fudeu rápido, pois antes de gozar, olhou para o relágio da parede. Quando gozou, tava molhado de suor, correu para o banheiro, tomou outro banho, me deu um gostoso beijo, e foi embora para o quartel. Isso faz pouco mais de dez minutos, então guardei a porra dele, pra dividir com você. “

Ouvindo esse relato, fiquei com muito tesão, e imediatamente comecei a chupa-la, querendo tomar meu leitinho, que Dayna tinha guardado pra mim. Que confusa que eu estava. Como poderia ficar exitada, por outra mulher transar com o meu marido? Era muita loucura. Depois disso, fui para o meu quarto, e apás tomar um banho, passei a tarde trancada, um tanto confusa. Acho que já passava das cinco da tarde quando o Jorge chegou. Veio no quarto, e perguntou o que eu tinha. Eu respondendo que era sá preguiça, perguntei como tinha sido o dia dele. Ele me respondeu na maior cara de pau, que nada em especial, sá muito trabalho. Nisso, fui me levantando, e passando a mão no seu pau, que prontamente respondeu. Ele pediu um tempo pra tirar a farda, e ir no banheiro tomar um banho. Com a cabeça disse sim. Quando ouvi o chuveiro, tirei a minha roupa, e fui tomar banho também. Quando entrei no box do banheiro, vi que o pau dele não tava totalmente duro, tava “a meio mastro”. Me molhei, e desliguei o chuveiro. Quando me abaixei para chupa-lo, vi que já estava totalmente em ponto de bala. Quando comecei, ele fechou os olhos, sá curtindo o boquete. Então, parei um pouco de chupar, e falei: - Jorge, teu pau ta mais grosso. O que houve? Nesse momento, olhei para o rosto dele, e vi que ele ficou pálido. Com a cara de assustado, perguntou o porquê, da pergunta. Eu falei que pra o pau dele tá grosso daquele jeito, ele tinha que ter usado e muito ele. Ele na maior, falou que devia ser a cueca apertada, que tinha passado o dia. Dito isso, fingi que acreditei, e continuei chupando. A medida que ia chupando, com uma mão eu segurava seu pau, e com a outra, eu me masturbava. Tava uma delícia. Logo senti que ele estava prestes a gozar, e caprichei ainda mais nas lambidas, e logo veio o jato de esperma na minha boca e rosto. Jorge deu um urro, enquanto gozava, que acho que quem tava na sala ouviu. Terminamos o banho, e fomos para o quarto. Ele saiu primeiro, e eu apás tomar um gostoso banho, saí logo em seguida. Quando cheguei no quarto, ele estava deitado na cama, da barriga pra cima, e o pau meio mole. Ele nem imaginava que eu sabia, que naquele mesmo dia, aquela tora tinha dado prazer a outra mulher. Totalmente nua, me ajoelhei na cama, e comecei a beija-lo, começando pelos pés. Fui subindo, as vezes puxando os cabelos das sua pernas com os dentes, no que ele dava pequenos gemidos. Fui subindo, passando pelos joelhos, dei uma atenção especial a parte de dentro de suas coxas, pois sabia que ele gostava de carinho ali. Além de beijar e fazer carinho com as mãos, dei umas lambidas bem gostosas, passando então a lamber seu saco, e pertinho do ânus. Senti que ele gostou, então prossegui. Fui lambendo do saco para o ânus, e fiquei rodando a língua em seu buraquinho, sem ter nenhuma resistência, enquanto fazia isso, com uma das mãos, ficava o masturbando. Vi em seu rosto: Ele estava fora de si, de tanto prazer. Quantas vezes transamos nesse anos? Mas dessa vez tinha algo diferente, como se estivéssemos nos descobrindo. Talvez a transa dele, a pouco tempo, talvez a minha, não sei o que era, mas tava uma delícia, e eu não queria que acabasse. Parei de chupar ele, e subi em cima daquela delícia, e comecei a galopar. Ora no entra e sai, ora sá rebolando, querendo mais pica do que ele tinha pra me dar. Não demorou muito, e ele me encheu com seu gozo. Não sei onde ele foi arranjar tanto esperma, sá sei que me encheu toda. Enquanto ele ficou quase desmaiado na cama, eu fui para o banheiro, tomar outro banho. Quando entrei no banheiro, estranhei o silêncio da casa. Vesti um roupão, e saí pra sala pela outra porta. Passei pelo quarto dos meninos, e vi que eles estavam dormindo, deixando a tv ligada. Apenas fechei a porta, e os deixei lá. Fui pra cozinha, e Dayna não estava. Fui então para o seu quarto, para ver o que ela estava fazendo. Chegando lá, vi que ela estava deitada de barriga pra baixo, com os olhos fechados e se tocando. Cheguei na pontinha do pé, e sussurrei no ouvido dela: - Quer ajuda? Com um sorriso delicioso, ela acenou com a cabeça dizendo que sim. Ela então tirou a mão que usava para se masturbar, e colocou na minha boca. Chupei com muita vontade, e então beijei ela com muito tesão. Ora chupava a mão dela, ora beijava ela, tava átimo. Foi então que explodindo de tesão, mandei que ela tomasse uma ducha, enquanto eu ia no quarto. Assim fiz. Corri no quarto, e o Jorge ainda estava do jeitinho que eu deixei, virado pra cima, com uma perna dobrada, o pau mole e de lado, e com um lençol na cabeça. Fui em uma das minhas gavetas, e peguei uma máscara, daquelas que a gente usa pra dormir, para se livrar da claridade. Tirei o lençol do rosto do meu marido, e em seguida coloquei a máscara. Como ele estava sonolento, nem ligou. Depois disso, comecei a chupa-lo. Depois de um tempo fazendo isso, o pau dele já estava totalmente limpo da última gozada, e também estava duro. Eu pedi a ela que esperasse um pouco, que eu ia no banheiro. Com uma carinha triste ele falou: - Hum, agora? Eu respondi que ele ficasse quietinho, que ia valer a pena. Entrei no banheiro, e saí pela porta da sala, correndo para o quarto de Dayana. Chegando lá, ela estava nua, sentada na beira da cama. Peguei na mão dela, e a arrastei para o meu quarto, passando correndo pelo meio da sala. Entramos no banheiro, e fechamos a porta à chave. Abri a porta do quarto sem fazer barulho, e entramos totalmente em silêncio. Ao lado da cama, eu me abaixei e comecei a chupar seu pau, enquanto Dayana sá olhava. Quando seu pau estava 100% tirei da boca, e subi na cama e em seu rosto, na posição de um 69. Jorge imediatamente começou a me chupar. Eu abaixei o corpo pra chupar ele também. Chupei um pouco, e com um gesto, chamei Dayana para participar. Tirei a boca do pau dele, e imediatamente ela começou um delirante boquete. Ele tava com tanto tesão que nem notou nada. (continua) Quem gostou dos meus relatos me adicione: [email protected], ou acesse o blog que criei para os meu relatos, inclusive tem uma foto legal lá. O blog é: http:eternodesejo.blogspot.com Espero a opinião de todos. Um beijo.

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