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A ENFERMEIRA PERVERTIDA - CASO I

No hospital, a enfermeira vê as horas. No porão de uma casa, o despertador toca. E um homem, de coleira e amarrado, ergue a cabeça no escuro, aspira saliva do lado da boca aberta por uma mordaça de couro, e os músculos de seu corpo se animam. Ela logo estará em casa. Ele logo a sentirá de volta.



às 15h, a enfermeira desce a rua, deixa o plantão do trabalho indo pra casa onde mora, perto do hospital. As mãos firmes, cor de leite, nos bolsos do jaleco branco. Sente uma pressão nos seios, como se algo os esmagasse, um aperto nos mamilos, como se estivesse sendo pisada nos seios. O sapato branco pisa macio o asfalto. Ela ginga o quadril ao subir na calçada e sente um afago ardendo entre as pernas, rasgando a vagina fresca que roça, na ausência de calcinha, no pano da calça. Ela pisca para o dono da padaria que lhe fizera um gracejo. Arqueando a linha dos lábios num quase riso de lábios fechados ela oculta o que sente. É discreta. Ela aguenta. Em sua beleza escandinava ela anda macio feito uma víbora que desliza para a toca.



No bar do seu Jonas, ela perde uns minutos com duas outras enfermeiras ali sentadas, e bebe um copo de guaraná Kuat com dois dedos de caipirinha e meio limão. Era a rotina, às sextas-feiras de tarde. Sempre a mesma bebida essas amigas, nesse horário e nesse bar. Ela solta o cabelo e fios loiros caem da xuxinha roxa, fio a fio, em pontas soltas brincam na testa e bochecha dela, uns fios atingem a base curva do maxilar que é rígido como o de uma boxeadora sexy, onde escorrem mínimas gotas de um suor melhor que suco natural, para dentro da camisa branca.



As 3 enfermeiras falam de sacanagem na mesa do bar. Uma das amigas não desvia o olhar de sua boca, ela nota. “Um dia ainda como essa mulher”, ela pensa.



– Ta de olho na minha boca, quer me beijar? – ela diz.



– Não viaja, perua. É que – ela hesitou – sua boca tem um jeito, sei lá, estranho, de desprezo, até quando você ri. É estranho. Você se acha, né, sua bisca.



– Não. Eu não acho porra nenhuma. Eu sei. Eu como quem eu quiser. – As duas riram. – Mas eu tenho que ir embora agora. Depois a gente combina.



– Humm, rolou um clima. – As três rindo brindam à brincadeira, ela bebe e se despede, beija as amigas na bochecha, mas a do flerte ela beija mais sexy e devagar, perto da orelha e sussurra no seu ouvido “que tal essa boca estranha lambendo seu pêssego em caldas?” e foi embora. A outra bebia distraída achando que era apenas brincadeira das amigas, perguntou sem interesse, o que ela disse.



– Ah, besteira. – Mas ambas sabiam que o clima rolando era real.



A enfermeira enfia as mãos cor de leite nos bolsos do jaleco branco fechado e ao se virar dá um beijo no ar se despedindo do seu Jonas no balcão, ele lambe os lábios, ao lado da mocréia sua esposa que dá nele com um jornal velho enrolado. A enfermeira nota o golpe bobo do jornal e tem uma idéia que parece boa.

Ela é uma mulher de postura ereta, alta e magra, de contornos lisos e bem torneada de músculos. Faz academia e tem um saco de socar na área dos fundos de casa. O corpo firme, malhado, mas de pouco volume. Magra de um modo objetivo. Ela roça as barras retas da calça branca ao passar pela sombra de uma árvore, quase na esquina. Uma dona brinca com o filho ali perto e acena em respeito à “dona médica”. A enfermeira a cumprimenta num gesto de cabeça, discreto, bastante profissional e desce o meio fio na esquina e atravessa a rua para uma banca de revistas na praça.



Na banca, chupa um Tablito enquanto passa a vista nas filas de revistas, escolhe uma, a enrola num tubo e golpeia-o com a canhota na palma da mão direita. Espreme os olhos, pensa e bate de novo, a imagem de um homem atingido pelo golpe da revista nas costas e nas coxas, no rosto e num pênis meio duro com pregadores de madeira no saco, vem à sua mente. Insatisfeita, escolhe outra revista, e gosta do resultado. Ela paga com as moedas e atravessa a praça de grama verde para a rua estreita do outro lado. Apás cumprimentar vizinhas que papeavam sobre a novela do dia anterior, abre o cadeado do portão pequeno e entra em sua casa. A víbora se enfia na toca.



Ela cruza o jardim. Entra na sala escura de persianas fechadas nas janelas. No canto, liga o som, abre o jaleco pra se refrescar, põe um CD de músicas selecionadas e vai para o quarto, dançando Love Profusion, da Madonna. Tira o jaleco e pendura-o no cabide. Abre o botão da calça, desce o zíper e alisa a virilha tatuada e sem calcinha. Ela cruza os braços e puxa a camisa por cima do rosto. Conforme a camisa sobe, surgem as presas de uma cobra gática roxa tatuada na virilha. Ela joga a camisa na cama e se olha no espelho. A calça branca de botão e zíper abertos em “V” expõe uma virilha tatuada e uma barriga firme, de abdômen malhado, bíceps torneados, pele cor de leite. Ela aprecia um detalhe bizarro no seu busto, que esconde nas horas no hospital debaixo do disfarce branco de enfermeira pura e educada. Fita isolante colada nos seios. Esmagando-os.



Ela alisa a fita isolante colada nos seios que os deixa amassados como bexigas pisadas no peito. Os seios médios nus tortos e esmagados por fitas adesivas. Um detalhe delicioso, o preto grosso da fita usada pra encapar fios de luz na sua pele cor de leite. Deformando suas mamas de curvas macias tão bonitas. Assim, suas mamas a excitam mais, a degradação a excita mais. Ela adora se olhar e se tocar nesse estado. As tiras pretas cruzam o meio dos seios em “X” deixando o peito liso, as mamas amarradas e os mamilos esmagados no meio do “X” das fitas isolantes.



Ela alisa as palmas nos seios. Morde a gengiva. Os seios estão doloridos, paralisados, cerca de 24h assim, o plantão todo. Ela tenta achar os mamilos com as unhas por cima da fita, não acha. Raspa então a unha na ponta da fita preta e puxa, desgruda um pouco, a cola repuxa a pele e fica quente no lugar onde ela ergue a ponta da fita. Ela então a puxa de uma vez se contorcendo ao fazê-lo. Ela inspira fundo, como se fosse um orgasmo. Surge um retângulo vermelho em diagonal na pele de leite. Ela o examina com os dedos e gosta. Tira uma a uma as fitas das mamas e as toca, as apalpa, sente as mamas maltratadas e gosta. Pervertida e feliz. A linha dos lábios ondula no riso enigmático curtindo aquele sinistro prazer. Enfim, em casa e apenas no começo da folga.



A enfermeira tira a calça branca, curva o quadril um pouco para ver a boceta. Examina as tiras de fita isolante na vagina, alisando-a com a mão. Dobra a calça sobre a cama, posiciona o calçado branco e as meias ao lado de outros, todos brancos e organizados. A Madonna canta.



Ela dança, ginga o quadril, olha-se no espelho e se toca. Raspa as unhas na vagina, desliza as unhas nas fitas isolantes entre as pernas, que ela usava para manter os lábios vaginais abertos durante todo o plantão no hospital, e outra fita colada indo do umbigo até a bunda nas costas, passando bem no rego vermelho-vivo da vagina e no meio das nádegas, a cola tapando a pele rosa do ânus. Ela morde os lábios, raspa a genitália adesivada com as unhas. Bem acima da prega da boceta, a ponta da fita cobre uma tatuagem de cruz vermelha, símbolo da saúde, a cruz está na boca da serpente roxa. Entre presas pingando veneno. Ela roça a ponta da fita isolante com a unha e a puxa.



A enfermeira solta, primeiro, a fita dos lábios vaginais. De quadril encurvado em posição de quem fode, massageia os seios. Aprecia a sensação dolorida, sente arrepios nos pêlos loiros do braço e no cangote. Tira, enfim, a última e maior tira adesiva da fita isolante preta e geme gostoso. Ela se contorce dançando como uma serpente afogada em pecados, as marcas vermelhas em carne viva na pele cor de leite, a dor alucinante e o som sacana da Madonna levam a enfermeira a se tocar nas áreas doloridas gemendo e dançando.



– You make me feel, you make me know – ela canta, ginga o quadril e se toca sacana.



Pouco depois, ela morde uma pêra e bebe um copo de suco Ades de maçã na cozinha, e toma com o dedo um potinho de Activia de ameixa. Então cruza o corredor, entra na dispensa e abre outra porta dentro da dispensa. A porta secreta. Ela está nua. Calçando apenas um imenso salto alto vermelho, bem de puta, e um colar fino tipo coleira com um pingente de cruz vermelha. Ela entra pela porta e desce por uma escada. Está escuro lá embaixo. O salto alto ecoa nos degraus até o porão escuro. Aos poucos, ela acende velas grossas coloridas em castiçais nas paredes. Pega um jaleco de látex preto e o joga sobre o corpo nu. O salto ecoa no chão vermelho. A luz amarela aos poucos clareia o escravo que a enfermeira guarda no porão. [d[email protected]]

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