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AS NINFETINHAS DO CLUBE - O DIA SEGUINTE PARTE 1

Na noite anterior, havia ligado pra ela e combinamos de encontrar logo cedo. Assim o fiz, peguei ela em casa e fomos passear, fomos até o clube, almoçamos por lá e ficamos nos pegando bem estilo namoradinho mesmo.



Estava quente pra caramba, e como eu não era sácio do clube, não podia nadar na piscina e comentei isso com ela. Ela disse que na casa dela havia piscina e que poderíamos ir pra lá, pois os pais dela estavam trabalhando e sá estava a empregada e a irmãzinha. Concordei e fomos.



Chegando lá, ela me direcionou pra piscina e disse que iria se trocar. Voltou com um biquíni simplesmente fenomenal. Eu simplesmente não conseguia parar de olhar. A parte de cima era um pequeno triangulo que praticamente sá cobria os mamilos mostrando uma pele perfeitamente bronzeada com a marquinha de biquíni e a parte de baixo, outro triangulo minúsculo que cobria sua xoxotinha. Ela passou por mim bem devagar para que eu me deliciasse com a visão da sua bunda espetacularmente perfeita naquele micro-biquíni até que pulou na água me convidando para acompanhá-la.



Tirei minhas coisas da bermuda, minha camiseta e pulei em direção a ela. Dentro da água começamos uns amassos mais ferozes, minha mão já percorria todo seu corpo, minha boca calmamente percorria sua orelha, seu pescoço e descia em direção ao seu suculento seio enquanto minhas mãos percorriam suas costas e barriga sá para deixá-la com mais vontade de ser agarrada enquanto minha língua já alcançava seu mamilo, alternando entre sugadas firmes como um bezerro desmamado, e leves em volta da aureola e do contorno de seus seios arrancando-lhe gemidos deliciosos.



A brincadeira estava átima e estava caminhando pra tudo que eu mais queria que era foder aquela ninfetinha, mas ela começou a escutar a empregada e a irmã (Je) chamando ela, ela me empurrou, ajeitou seu biquíni e logo sua irmãzinha aparece na beira da piscina. Ela começou a puxar papo comigo e a nossa brincadeira foi logo tesourada pela fedelha. A empregada havia feito um café da tarde e não tendo mais jeito, fomos tomar o café. Ela me emprestou um short do pai dela fomos comer e a irmã não parava de falar enquanto a ju ficava passando a mão em cima do meu pau por baixo da mesa tava difícil manter o papo.



Terminamos rapidamente e fomos para o quarto da Ju, uma bela suíte em que nos trancamos e recomecei rapidamente o que havia iniciado na piscina. Desamarrei os laços do biquíni e comecei a lamber cada centímetro daquele corpo lindo à medida que ia descendo e deslizando minha língua por sua barriga, sua coxa, sua panturrilha e depois fazendo caminho inverso, via sua leve penugem dourada se ouriçar. Ela apenas soltava gemidinhos abafados e dizia que era por isso que gostava de homem mais velho, que sabia deixá-la molhadinha e me pediu pra chupá-la por que não aguentava mais, queria sentir a minha língua em sua xaninha.



Prontamente atendi seu pedido ficando face-a-face com aquela bocetinha linda, com apenas um filete de pelos quase loiros e o restante bem lisinho e com um aroma indescritivelmente delicioso. Passei a chupá-la com gosto, adoro chupar uma bucetinha e com ela, dedicaria longos minutos ouvindo a safadinha gemer abafado dizendo que queria gritar e gemer bem gostoso com a minha língua até que senti sua buceta ficar muito, mas muito ensopada e ela começou a gritar com o travesseiro na boca e uma das mãos começou a forçar minha cabeça para sua bucetinha.



Neste instante já estava completamente nu também e fui

subindo de encontro a sua boca. Nos beijamos com volúpia e num movimento rápido, ela me virou e já estava montada em cima de mim mostrando que de inexperiente não tinha nada. Ela continuou me beijando com tesão e a rebolar em cima do meu pau que sem mais nem menos entrou em sua bucetinha ensopada e sem perder tempo, ela começou a cavalgar ferozmente.



Ela estava delirando com o meu pau atolado em sua xaninha adolescente, dava pra ouvir o barulho do meu pau entrando e saindo da sua bucetinha melada, em pouco tempo meu gozo já se anunciava, mas não queria gozar ainda, queria dar mais prazer àquela ninfetinha. Prontamente a travei junto ao meu corpo e num movimento inverso ao dela, fiquei por cima dela controlando as estocadas vendo-a revirar os olhos a cada bombada mais forte enquanto o barulho do melado ficava cada vez maior até que senti sua buceta se contrair com força e ela cravar as unhas nas minhas costas, nossa, era bom demais ver aquela delicinha gozando.



Eu ainda não havia gozado, e como uma menininha apaixonada, ela me puxou, me deu um beijo, me olhou nos olhos e disse que me faria gozar de qualquer jeito. Prontamente se colocou de quatro, na beirada da cama, olhou pra mim e soltou um sonoro ME FODE! Me posicionei atrás dela e comecei a meter com gosto, o suor já escorria aos montes e anunciei o gozo e neste momento ela saiu da posição, ajoelhou-se no chão e pediu pra encher a boquinha dela de leite. Não estava acreditando que aquela ninfetinha era tão safada, ela começou a chupar a cabeça enquanto punhetava meu pau e com a outra mão massageava minhas bolas...ela era uma profissional no assunto! Logo na sequência despejei porra em abundância em sua boquinha que com maestria, engoliu até a última gota e deixando meu pau limpinho de tanto lamber.



Ficamos os dois no chão, rindo que nem bobos e ficamos abraçados por alguns momentos. Até que propus um banho, fomos ao banheiro, ligamos o chuveiro e as carícias recomeçaram, ela ficava rebolando aquele rabão delicioso no meu pau que se levantou rapidamente, ela não perdeu tempo e encaixou-o na sua bucetinha melada e fiquei bombando gostoso enquanto massageava-lhe os seios e beijava sua boca alternando o romance com doses mais fortes de pirocada na xaninha. Não durou muito e já estava gozando novamente, dessa vez em sua bunda e costas.



Fiquei batendo um papo com a Ju sobre ir pra Austrália e tudo mais deixando claro que o nosso lance não poderia ter mais sentimentos além de tesão. Ela concordou e disse que havia ficado feliz por jogar a real com ela e que diante disso, ela aproveitaria o tempo até a minha ida, da melhor maneira possível. Nos arrumamos e descemos, seus pais logo estariam de volta e seria péssimo encontrá-los, ela me pediu pra voltar no dia seguinte...e voltei onde mais surpresas me aguardariam.



>>CONTINUA NO PRÓXIMO CONTO...



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