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O FLAGRA DA MAMAE

O flagra da mamae



Quem já leu meus contos sabe que na minha adolescência quando eu ia à escola, com mais três colegas, parávamos no meio da trilha para urinar, eles aproveitavam,(leia Iniciação) e ao chegar em casa ficava sosinho com minha irmã caçula todas as tardes ate que um dia...(leia A caçulinha) quando começou o upa-upa a porta abre e mamae entrou e flagrou a cena. Descarregou uma verdadeira enxurrada de palavroes tapas e ameaças, nás ali pelados, ela sentada no meu colo com a vara dentro e eu segurando seus peitos, quando tentavamos levantar para vestir nossas roupas, mamae obrigava-nos a ficar ali, talves para sentirmos vergonha do que estavamos fazendo, e continuava com sua furia e com seu sermão. Falava que se o papai ficar sabendo disso ele nos expulsaria de casa e talves morra de vergonha. Depois de muito escutar, e não poder falar nada, e nem sair daquela situação, minha irmã tentou me inocentar, e disse que eu não tinha culpa, que foi ela que procurou-me por curiosidade, por ter escutado colegas da escola falar sobre isso, minha mae rebateu dizendo que eu era mais velho, já quase um homem, devia estar tomando conta dela e por ser irmão jamais fazer isso. Com minha mãe mais calma, começamos a argumentar e tentar nos defender, alegamos que seria melhor fazermos sexo dentro de casa entre nos, do que fazer na rua com estranhos, sujeito a doenças e ficar defamados perante todos, e que a vergonha para eles pais, seria maior. Conseguimos com isso amenizar o nervossismo de mamãe, e faze-la entender que o que já estava feito não tinha mais volta, propuzemos um acordo, ela não contaria nada ao papai e nos melhorariamos na escola e a ajudariamos mais ainda nos afazeres domesticos. Tentou proibir-nos de continuarmos com nossas relações, mas, minha irma a enfrentou alegando que gostava do que fazia e ja sabia tudo sobre sexo, que estava preservando a virgindade para o casamento e que gostava de fazer comigo por que eu era irmão e muito carinhoso, se fosse proibir, sairíamos de casa. Daquele dia em diante mamae ficou mais compreensiva com nás, chamou-nos e disse que de agora em diante iria trabalhar todos os dias com papai, deixando as tardes para nossa regalia, mas teriamos que ser responsaveis, nos aconselhava em muita coisa, como evitar a gravidez, as doenças e tomar cuidado para ninguem ver ou saber o que faziamos, em troca faziamos todos os serviços da casa. Notei que ela passou a ser mais amiga minha e sempre que eu ia tomar banho, entrava no banheiro trazendo a toalha e a roupa, me observava, perguntava se tudo tinha dado certo, e não tirava o olho do meu pau, percebi que ela encarava muito e comentava que ja estava ficando adulto. Numa dessas tardes estava socando uma bela punheta antes do banho e quando menos espero ela entra, fiquei sem ação na hora, entrou, fechou a porta e disse baixinho,- sua irma não esta dando conta do recado?, precisa bater para se satisfazer? Pare com isso já, vou arrumar um jeito de matar sua gula, agora tome banho vá pra cozinha jantar, e saiu meio furiosa. Fiquei arrasado e preocupado, o pau não levantava mais nem por decreto, me lavei, sai, fui a cosinha juntei-me a todos, menos o papai que nessa noite ficou trabalhando, jantamos, fomos para sala ver TV. Eu estava preocupado com o que mamae falou,- arrumar um jeito - mas não poderia tocar no assunto pois as minhas irmas não deveriam saber disso, a mais velha nem sabia que transavamos, estava me sentindo um peixe fora da agua e tratei de ir dormir. Passei por um bom sono e de repente acordo sendo chacoalhado, abri os olhos, liguei o abat-jour e vi minha mae com um baby-doll curtinho, toda apavorada me chamando baixinho, venha, venha, anda, levantei e a segui, imaginando mil situações, afinal o que estaria acontecendo, mas, nenhuma ideia foi real, ao entrar em seu quarto ela trancou a porta e disse para não fazer barulho, - agora quero ver se voce é realmente bom de cama e de pau. Faz quatro meses que seu pai não usa esta buceta aqui, estou muito carente, como voce alem de comer sua irma ainda bate punheta, vamos usar essa energia entre nás, afinal estamos em casa, não foi isso que voces disseram?. Mamae deixou cair o baby-doll, estava sem nada por baixo, revelou um corpo maravilhoso, uma linda buceta raspadinha identica a da minha irmã, era uma coroa com tudo em cima mesmo, fez eu deitar, tirou minha roupa e caiu de boca na minha vara que a essa altura ja estava quase no ponto, mamou bastante e ofereceu seu belo rabo para que eu cutucasse com a lingua. Dei para mamae o mesmo tratamento que dava para minha irma, chupei-lhe o cuzinho, ate ela se retorcer, enfiei os dedinhos e rodava fazendo ela morde-los de tesão com o cu, depois fui ate aquela linda buceta e mamei avidamente bebendo seu suco, mamae urrava, gemia baixinho, falava que eu iria come-la sempre. Ajoelhei-me entre suas pernas e as ergui ate o ombro, finquei a vara e bombei varias vezes naquele canal todo umedecido de prazer e de saliva e senti o orgasmo que ela deu apertando meu pau com sua xana, soltei suas pernas e deitei-me sobre ela, fui beijado com toda a volupia que uma mulher pode ter. Descansamos um pouco e ela pediu que queria fazer upa-upa tambem, tinha ficado com aquilo na cabeça e nunca tinha feito isso com papai. Sentei na borda da cama, ela deu o respectivo trato no pau com sua boca gulosa e quando ele ja apontava para o teto, ela ofereceu seu buraquinho para eu chupa-lo e saliva-lo, depois dirigiu-o para a ponta e foi descendo, descendo, ate chegar com sua bela bunda em minhas pernas. Começou a subir e a descer, num vai-vem, foi acelerando o ritmo ate que virou-se e ofereceu-se para ser enrabada, seu cuzinho piscava e sua enorme bunda abria e fechava parecia que estava batendo palmas, aprumei, encostei e fui engolido de uma sá vez, puxei-a e mantive firme o pau enterrado e descarreguei o leitinho no fundo do seu rabo. Deitei do seu lado, ela me beijou de uma forma muito doce e pediu que eu mantive-se isso no maior segredo, pois se papai, abalado como estava com a doença que tinha, viesse a saber seria para ele o golpe final, e que de agora em diante nunca mais queria ver eu batendo punheta. Levantei-me, fui ao banheiro me lavei, fui para meu quarto e mal eu tinha deitado entra sorrateiramente minha irma e me chama baixinho e coloca sua espetacular bucetinha em minha boca e começa a chupetar meu pau que ainda estava dolorido. Chupei um pouco e ela foi embora, ate que em fim eu pude dormir em paz nessa casa. Mas vou contar outras peripecias com elas, votem se gostaram, isso aconteceu a alguns anos atras

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