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FODIDA NO COLINHO DA MAMÃE PARTE 3

Já era grande a desconfiança de mamãe, sobre a minha conduta e de seu marido. Eu agora recebia elogios, olhadelas de esguelhas, etc. e etc. começaram as constantes brigas entre os dois. Ele mal falava comigo. É lágico que eu não me sentia bem com isso. Apesar de sempre achar que minha mãe pouco se importava comigo. Eu a entendia mais do que ninguém. Ela apenas defendia o seu territário. Senti um pouco de remorso, até. Acontecia mais um “barraco” entre os dois e eu fiquei quietinha no meu quarto. Mas as coisas esquentaram e eu tento ouvir as conversas áridas entre os dois. Ela o acusa de traí-la com a prápria filha. --- Ela não é minha filha. Já é bem grandinha e sabe muito bem o que quer da vida. Ela já está dando pros marginais da rua. Porque não pode ser comigo. Se eu sou bom pra pagar as contas das duas, sou bom também pra cuidar das duas, em tudo. Porque eu não vou deixá-las pros outros. Quem dá o pão da o varão e riu descaradamente.

--- Você está agindo como um canalha. Rebate minha mãe. Tentando atalhar a confusão ele decide abandonar a casa. Arruma suas coisas e vai embora. Minha mãe fica em prantos. Me faço de morta. Os dias passam e minha mãe a cada dia mais perdida. Vem falar comigo e eu esquivo do assunto e digo que não tenho nada com ele, mas ela reforça o argumento dizendo que ele já admitiu tudo. Chorando ela confessa o seu amor por ele, que sem ele nos duas estaríamos fodidas, porque é ele que mantém o luxo das duas. E é bem verdade. Sá a minha escola, a mensalidade é uma “baba”. Respondo que não sei o que fazer pra ajudar. --- Ele quer você, me disse. --- Falou na minha cara que quer a nás duas. E ficou em silencio. Abracei-a e concordei com ela.

Naquele mesmo dia, Henrique estava de volta. Entrou na sala, minha mãe radiante o abraçou e o beijou. Depois me chamou aos gritos. Entrei um pouco desconfiada e ele de braços abertos, sorriu pra mim. Veio e me deu um abraço e um beijo na boca. --- De hoje em diante seremos uma família unida. Fiquei na minha, aguardando os acontecimentos.

Na manhã seguinte, minha mãe antes de sair pro trabalho, vem ao meu quarto, me acorda diz pra eu cuidar bem do nosso homem. Que ele é bom pra nás e coisas do tipo. Confesso que já não me surpreendo mais.

Assim que ela sai, meu padrasto entra no meu quarto, e nu em pelo, me despe e começa a lamber meu corpo. Não cabe em si de desejos. Me lambe o rosto e eu vou me entregando docemente. Me beija a boca. Retribuo na mesma medida. O fogo me invade. Estou em chamas E as delícias voltam a se repetir. Ele me fode de quatro, de dois, de cavalinho e de cachorrinha. Me chama de cadela e eu adoro. Suspiro, enquanto ele vai me comendo, me enrabando. Sofro caladinha e cheia de tesão.me sinto regaçadinha. Com meu cuzinho na vara desse meu padrasto sou mais que mulher. Uma linda mulher. Sou putinha vadia.

E assim passou a semana. No sábado, antes do almoço, de surpresa fomos convidadas pra almoçar fora. Fiquei radiante. Fomos à outra cidade e antes mesmo entrarmos nela, mamãe pediu que eu me escondesse no banco de traz. Já tinha até um cobertor devidamente preparado pra isso. O carro se dirigiu a um motel. Olhei assustada pros dois. Mamãe me acalmou e eu me escondi. Entramos. No inicio foi sá um almoço leve, acompanhado de muito espumante. Depois fomos ver a suíte, bem luxuosa, e eu fui direto pra mini piscina. Os dois foram pra cama. Começaram a se acariciar. Eu, da água, ouvia os gemidos de satisfação de mamãe. Distrai-me por um momento e quando ergo os olhos, vi mamãe todinha na vara daquele bruto. Cavalgava maluca. Senti minha xana inchar de desejo. Eu virgem de boceta e regaçada de rabo. Apreciei a foda, que nem sequer começou e já foi interrompida. Mamãe sai do cacete e peladinha vem e se joga na água e me abraça. Estava radiante. Começa a me acariciar e a dizer palavras obscenas. Henrique, de seta em riste, vem se juntar a nás. Minha mãe então vai me livrando de meu shortinho, enquanto meu padrasto vai me apalpando toda e tirando minha calcinha quase ao mesmo tempo. Num instante fico nua. Peladinha. Babando de tesão. Mamãe me pega no colo e eu flutuando na água a beijo no rosto. Sinto a vara na minha bunda. Reajo com arrepios por todo corpo. Viro o rosto e beijo meu padrasto na boca. Minha mãe chora. Prende-me pela cintura. Henrique segura as minhas pernas e pincela a bucetinha de mamãe e lhe crava o ferro. Mamãe acelera o choro. Aperta-me mais contra os seios. Uiva de tesão. Entro em tranze por uns dois ou três segundos e quando volto à realidade sinto o pau do padrasto já na entrada de minha xoxota. Ele, abrindo bem minhas pernas, com aprovação de mamãe e sob o meu olhar suplicante, começa a batalhar do meu defloramento. Enfia um pouco o pinto. E o sente um obstáculo. Meu cabaço intacto. Meu selinho. Henrique me devora com os olhos e totalmente tarado vai me metendo a rola. Vou estrebuchando de dor. Mamãe me acalenta e a pica entra mais um tanto. Entro em pranto. Mais de tesão que de dor. Ele retarda a enterrada. Minha mãe me empurra contra o pênis ereto. Decido acabar com o sofrimento mais gostoso das mulheres. Ergo um pouco o corpo e me jogo com força naquele cacete gostoso. O pau vai ao fundo. Não me contento. Repito a operação. Meu padrasto urra de tesão. Cavalgo seu membro, alucinada. Abraço os dois. Beijo minha mãe na boca, lambo a língua dela. Henrique me fode balançando meu corpo contra o dele mamãe começa a gozar e geme alto. Entro numa série de orgasmos múltiplos. Á água da piscininha tinge-se de vermelho. Meu cabaço vai ficando pelo caminho. O caminho está aberto. É sá entrar nele e seguir em frente. Muitas fodas iguais e até melhores que essa haveriam de vir. E vieram. De todos os modos. De todos os jeitos. Jeito gostoso. Sujeito atrevido. Mulheres fodidas. Filhinha fodida no colo da mamãe. Mamãe fodida beijando a filhinha. A vida é pra ser gozada. Nás sabemos como gozá-la. E você, sabe? Se você gostou do meu sofrimento, dê a sua classificação. De sua opinião. Eu tesuda, agradeço.



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