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MEU PADRASTO - MEU PRIMEIRO HOMEM

O que irei relatar aqui aconteceu quando eu tinha 19 para 19 anos... Foi quando perdi minha virgindade... Quando me tornei mulher e aprendi as delicias do sexo... Quem me iniciou, foi meu padrasto... Ele é um negro forte, alto e tinha na época 45 anos. Minha mãe é linda, loira, peitos grandes e volumosos e uma bunda grande, redonda e empinada e tinha 30 anos. Puxei ela em todos os seus atributos físicos. Desde nova eu já tinha um corpo de mulher madura. Quando minha mãe juntou-se com Rui (vou chamar ele por esse nome) eu tinha 19 anos. Rui sempre me respeitou e quase eu nunca o via, pois viajava muito a negácios. Três anos depois, eu já com 19 anos, minha mãe passou a viajar mais a serviço e Rui a passar a maior parte do tempo por aqui. Certa noite acordei com sede e fui até a cozinha para beber água. Andando pelo corredor que dava para os quartos, escutei som, murmúrios, vindo do quarto de minha mãe e do meu padrasto. A porta estava semiaberta e curiosa, olhei para dentro do quarto... vi minha mãe ajoelhada e chupando o pau do Rui... Pude ver como era grande a rola dele... Era a primeira vez que eu via um pau e fiquei como hipnotizada, sem conseguir desviar o olhar... Olhava como minha mãe chupava com vontade aquilo tudo... Em seguida, ele a colocou deitada na cama e a penetrou... Ela gemia e ele também... De repente, senti que minha xaninha estava úmida e senti os bicos dos meus seios ficarem duros... Eu estava excitada com a cena... Então, ele disse para minha mãe ficar de quatro e que ia comer o cuzinho dela... Ela protestou, mas ele a mandou obedecer... Ela sufocou um grito quando ele a penetrou por trás... Ele a fez encostar a cabeça na cama e continuou metendo e então, ele olhou em minha direção e nos trocamos olhares... Fiquei paralisada, com vergonha e sem saber o que fazer... Ele deu um sorrisinho sacana e continuou metendo nela e olhando para mim... Sai do torpor em que estava e corri para meu quarto envergonhada e ao mesmo tempo excitada. Pela manhã, nos encontramos todos no café da manhã... Eu não conseguia olhar para os dois, principalmente para o Rui, pois ele havia me flagrado assistindo ele e minha mãe transando. No entanto, Rui fingia que nada havia acontecido e pensei que talvez ele não houvesse me visto e que eu apenas tinha imaginado que ele havia me visto. No café, minha mãe anunciou que estaria viajando a trabalho e que ficaria dois meses fora e que eu e Rui estaríamos por nossa conta... Era a primeira vez que eu e meu padrasto ficaríamos sozinhos e fiquei meio sem jeito... Ele disse que íamos aproveitar e no final de semana prolongado iríamos a sua chácara, pois ele tinha que resolver alguns negácios por lá... Até achei bacana, pois era uma chácara linda, com piscina, muito verde e sossego e eu estava a fim de dar uma relaxada... Eu sá não imaginava que tipo de relaxada eu ia ter... Por fim, minha mãe viajou e eu e o Rui fomos para a chácara. Lá chegando, a primeira coisa, ele parou com o carro em frente a casa do caseiro de nome Beto... Beto era um mulato alto e forte, pois fazia muito trabalho braçal... Percebi seus olhares disfarçados para mim... Era sempre assim quando eu ia para lá... Ele ficava me secando e sempre dava um jeito de passar pela piscina quando eu estava tomando sol... Depois de meu padrasto resolver as coisas com Beto, seguimos para a casa principal... Corri para deixar minhas coisas no quarto e colocar meu biquíni para aproveitar a piscina e o sol... Fiquei me bronzeando enquanto meu padrasto ficava na varanda tomando cerveja e com certeza me olhando... Então chegou a noite... Tomei banho, jantei e fui me deitar... Estava quente e eu estava acostumada a dormir sá de calcinha e foi assim que me deitei... Passados alguns minutos, a porta do meu quarto se abriu e Rui entrou... Ele estava sá de cueca e pude ver o volume sob ela... Puxei rapidamente a colcha sobre mim assustada... Ele trancou a porta e sentou-se na beirada da cama... Percebi que ele estava um pouco alcoolizado... Ele ficou me olhando e então perguntei: rn- O que vc quer?rn- Conversar ? Ele respondeurn- Sobre o que?rn- Sobre aquela noite...rn- Que noite? ? Perguntei me fazendo de desentendida.rn- Você sabe querida... Aquela noite que você me viu comendo sua mãe...rn- Não sei... ? Tentei negar, mas ele me cortou.rn- Sabe sim, não se faz de desentendida... Eu vi e você sabe que eu vi! Fala pra mim, o que você sentiu na hora?rn- Sai daqui Rui, me deixa dormir! ? Respondi nervosa.rn- Vou ficar! Se eu como a mãe, posso comer a filha que é um tesão também... Alias muito mais gostosa!rnTentei levantar, mas ele me segurou e veio para cima de mim, arrancando a colcha... Ele segurou meus seios e apertou... Ameacei gritar e ele disse que eu podia gritar a vontade que ninguém ia escutar mesmo e o Beto já estava avisado que ia ter uma festinha entre nos dois... E se eu insistisse em gritar, talvez o Beto aparecesse eu teria que dar para ele também... Calei-me, pois fiquei com medo... Rui apalpava e chupava meus seios... Ele então tirou minha calcinha e quis me penetrar, chorei e avisei que era virgem... Diante da noticia, ele parou e ficou me olhando... Então ele disse que era sá para eu chupar a rola dele então... Tremula, segurei o pau dele e senti-o latejar... Era grosso e quente... Não sabia o que fazer e ele começou a ficar impaciente... Lembrei-me de como minha mãe fez nele e comecei imitar... Eu tinha que satisfaze-lo, pois sá assim preservaria minha virgindade... Lambi, chupei e punhetei ele... Ele segurava minha cabeça e praticamente metia na minha boca... Então, sem avisar, ele gozou na minha boca... Senti o jato quente descer pela minha garganta... O resto eu cuspi e tive ânsia... Ele riu e disse que minha boquinha já não era mais virgem... Ele então ficou deitado na cama e mandou-me deitar do lado dele... Então ele disse que ia me fazer gozar gostoso... Quis me beijar e eu desviei o rosto e ele irritado me segurou e me beijou... Foi um beijo quente e molhado... Ele então foi descendo, beijando meu pescoço, meus seios, minha barriga e por fim chegou na minha xaninha... Senti o halito quente dele sobre ela... Ele começou beijar devagar e em seguida a lamber... Senti meu corpo esquentar e arrepiar... A língua dele explorava minha grutinha virgem e me fazia ver estrelas... Tentei me conter, mas foi impossível e comecei a gemer... Era involuntário, eu não conseguia ter controle... Comecei a lembrar da noite em que o vi e minha mãe na cama e de como ela era possuída com vigor e força por Rui e comecei a sentir o calor subir e então tive meu primeiro orgasmo! Gemi, choraminguei e me contorci todinha na cama... Rui não perdeu tempo e me colocou sobre ele virada na direção da rola dele, que já estava dura novamente e fizemos um 69. Enquanto eu mamava a rola dele ele continuava a chupar minha xaninha... Ele então me colocou de bruços sobre a cama e me fez empinar a bunda... Senti a língua dele no meu cuzinho, que se retraiu com o toque... Então, Rui estendeu a mão e pegou um tubinho no criado mudo e despejou o conteúdo gelado no meu cuzinho... Perguntei o que era e ele disse que era vaselina e que já que não podia comer minha xaninha virgem, ia tirar o cabaço do meu cuzinho... Eu disse que não e ele Me mandou ficar quieta... Esperneei, gritei, mas em vão... Ele, bem mais forte obviamente, me segurou e usando seu peso sobre meu corpo, deitou-se sobre mim e foi enfiando seu pau para dentro do meu cuzinho... Quando a cabecinha entrou, gritei de dor... As preguinhas do meu cuzinho foram estourando... Rui gemia e minha resistência dava mais tesão para ele... Eu me debatia e pedia para ele parar, mas sem sucesso... Nada ia impedi-lo de comer meu cuzinho... Ele gemia e dizia: ?Nossa?! Que cuzinho apertadinho Marcela! Hummm... Que delicia! Melhor que da sua mãe! Isso, assim, mexe gostoso esse rabo... Grita putinha, grita que eu gosto!??. Quando entrou tudo, ele ficou parado, me deixando acostumar com o volume atolado no meu anelzinho... Lentamente a dor foi diminuindo e ficou suportável, até gostosinha... Quando parei de me debater, ele se ergueu lentamente e me puxou pela cintura, me fazendo ficar de quatro... Devagar, ele começou a meter e logo estava aumentando o ritmo e naquele vai e vem, meu cuzinho sendo estuprado, descabaçado... Ele então deu um urro e gozou no meu rabinho... Senti o jato quente e forte entrar lá no fundo... Era muita porra e parecia que ele não ia parar mais... Quando ele saiu de mim, parecia que estava faltando algo... Ele ficou um pouco deitado na cama ao meu lado e então se levantou e saiu do quarto... Fiquei deitada como estava e dormi ali mesmo... Acordei de manhã cedo e fui tomar banho... No banho recordei dos acontecimentos da noite anterior e quando me lembrava, sentia minha xaninha ficar úmida... Percebi que havia gostado do que aconteceu... Apesar de ter sido a força, eu tinha tido uma noite de sexo... Sentia-me mulher! E o fato de ter sido a força, me fez ficar mais excitada... Notei que eu gostava de ser pega a força, alias, em minhas fantasias, eu sempre me imaginava sendo pega a força, estuprada... Sai do banho e fui para a piscina e encontrei Rui tomando sol... Ao me ver,ele perguntou: ? E ai querida, dormiu bem??. ?Dormi sim? Respondi pulando na água?. Quando voltei a superfície, Rui estava sem sunga, sentado na beira da piscina, com os pés na água e com a rola dura apontando para o alto. Ele disse: ? Agora você é minha putinha, vem mamar minha rola, vem!??. Quando dei por mim, estava entre as pernas dele, mamando aquele mastro negro... Eu estava fora de mim, pois mamava, lambia e mordiscava... Chupava e lambia o saco dele também... Rui estava em êxtase... Ele então entrou na piscina e arrancou meu biquíni e começou a chupar meus seios e em seguida me virou de costas... Apoiei-me na beirada da piscina enquanto ele me encoxava e murmurava no meu ouvido: ?Curtiu dar o cu pro negão, não foi putinha? Vou te enrabar de novo agora, aqui mesmo!?. Aproveitei que ele me soltou e saltei para fora da piscina e ele veio atrás e me colocou de quatro sobre uma toalha e começou e meter no meu cuzinho... Ele lubrificou o pau com saliva e foi metendo... Eu chorei e reclamei, pois estava doendo, mas em vão, pois ele continuava enfiando... E enfiou até o talo... Começou a bombar com força e eu estava excitadíssima... De repente, percebi que alguém nos observava e entre as arvores práximas, Beto assistia a cena e se masturbava... Aquilo me deixou mais excitada e empinei a bunda para Rui que gemia alto... Pude ver o pau de Beto espirrar seu leitinho entre as arvores enquanto Rui gozava dentro do meu cuzinho...rnNo dia seguinte, fomos embora de volta para São Paulo. Eu era outra Marcela... Sentia-me diferente por fora e por dentro... Sentia meu corpo diferente e gostava disso... E gostava também de me sentir a putinha do Rui... Dominada por aquele negro forte e viril... Antes de irmos, Rui parou o carro na frente da casa do caseiro Beto para passar algumas orientações para ele e entrou para usar o banheiro... Fique do lado de fora junto com Beto, que me olhava com olhar faminto... Sem eu esperar, ele disse: ?Você mete bem pra caramba garota! Gosta de dar o cu, não é? Dá pra mim também!?. Eu disse: ? Você é louco cara??. Ele respondeu: ?To louco por esse rabão, por esses peitões?! Toda hora bato uma punheta pra vc! Se vc pode dar pro seu padrasto, pode dar pra mim também! Curte uma rola preta eu também tenho rola preta!?. Dei risada e respondi: ?Quando eu voltar aqui, a gente conversa!?. Eu mal podia acreditar que estava dizendo aquilo, mas estava!. Virei as costas para ele poder conferir minha bunda, ou meu rabão como ele mesmo disse e entrei no carro. Rui saiu, despediu-se de Beto e fomos embora. Daquele dia em diante, passei a ser a amante do meu padrasto... Enquanto minha mãe viajava, eu supria as necessidades dele na cama... E isso acontece até hoje... Quanto ao Beto, bom, quando minha mãe voltou de viagem, fomos passar um final de semana na chácara, eu, minha mãe e meu padrasto, mais uns tios dele. Eu estava livre para ter aquela conversa com Beto... Mas isso fica para outra historia.rn [email protected]

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