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AVENTURAS DE VANESSA - FÉRIAS NA ROÇA 2005

Meu nome é Vanessa. Sou lorinha cabelos lisos, olhos cor de mel, 1,70, 56kg bem distribuídos, pois adoro esportes. Seios médios mas redondinhos e durinhos, com os bicos rosados e bicudinhos, que quase furam as blusinhas que uso, pois não gosto de usar sutiã. Minha bundinha é média, redondinha, durinha e empinadinha.



Durante as minhas férias de janeiro de 2005, eu fui viajar com minha família, minha mãe e meu padrasto para uma cidadezinha do interior de Minas Gerais. Ficamos na casa de uns amigos do meu padrasto.

Um dia tava eu e meu padrasto indo pescar cedinho, um senhor amigo do meu padrasto nos levou para um riacho onde dava muito peixe. Arrumamos nossas coisas e ficamos lá pescando. Logo depois chegaram uns caras que moravam lá perto e também estavam indo pescar. Eram quatro, um senhor mais velho, de uns 56 anos e 3 rapazes de 19 a 25 anos. Um deles me chamou a atenção porque era muito alto e musculoso, todos eles eram broncos e pareciam que nunca tinham visto uma mulher da cidade. Eu estava com roupas que eles não estavam acostumados a ver por aquelas bandas, usava um shortinho de lycra curtinho, tênis e um top vermelho que mal cobria meus seios.

Ficamos pescando um tempo, mas eu não pegava nada, quando eu vi que o grandão não tirava os olhos de mim. Um calor subiu dentro de mim e eu fiquei inquieta. O grandão saiu e pegou uma enxada dizendo que ia pegar minhocas e me deu uma olhada. Eu fiquei olhando ele entrar no meio do mato e ele olhando para mim. Meu padrasto estava cochilando na cadeira e eu falei com o amigo dele que ia dar uma volta por aí.

Fui andando na direção de onde o grandão tinha ido, mas não o encontrei. Quando tinha desistido e já ia voltar eu senti uma mão áspera e forte me segurando pelo braço. Eu levei um susto e quando olhei para trás era ele. Eu fiquei muda e sem reação diante daquele caipira enorme.

Ele perguntou o que eu estava fazendo no meio do mato, porque era perigoso. Eu disse a ele que estava sá dando uma volta. Ele então me disse que eu era muito bonita e nunca tinha visto uma mulher vestindo roupas iguais às que eu usava. Então eu dei uma voltinha e perguntei se ele tinha gostado. Ele sorriu e disse que sim, que eu ficava muito bonita com elas. Logo eu notei que um volume enorme crescia entre suas pernas, e não conseguia parar de olhar para aquela "barraca" que começava a ser armar. Ele notando que eu não tirava os olhos do seu cacete me perguntou se eu tinha namorado. Acho que ele queria saber se eu era virgem ou já tinha experiência sexual, mas ele era muito tímido para perguntar isso diretamente.

Olhei em volta e como estávamos sozinhos eu disse a ele que já tinha visto muitas "varas" de pescar, mas nunca tinha visto uma caipira como a dele. Ele sorriu e então me disse que ia me mostrar a dele. Ele desceu a calça e a cueca e então saltou à minha frente uma enorme "vara", com uma cabeça enorme e vermelha. Ele me disse que nunca tinha pescada nenhuma mulher com aquela "vara", que ele sá tinha metido ela em éguas e cabras.

Eu não acreditava naquilo... um cacete lindo daqueles e nunca tinha experimentado uma mulher.... que desperdício... eu me abaixei e comecei a punhetá-lo. Ele fechou os olhos e gemia com satisfação, sentindo minhas mãos suaves em torno do seu pau. Depois de um tempinho eu comecei a chupar aquela cabeçona e logo já estava engolindo tudo. Em menos de cinco minutos ele gozou na minha boca. Era tanta porra que eu não consegui engolir tudo e pingou um pouco em cima do meu top manchando ele. Ele me pediu desculpas dizendo que não tinha conseguido se controlar, achando que tinha feito algo muito errado e que tinha me feito mal. Eu disse a ele rindo que não tinha problema, que eu tinha adorado o leitinho dele. Ele então viu meu top molhado e tirou sua camisa para limpar meu top. Não sei se foi de propásito, mas ao passar a camisa dele no meu top ele acabou abaixando ele fazendo com que meus seios ficassem à mostra. Ele ficou todo sem graça mas ao mesmo tempo paralisado, admirando meus seios. Ele disse que sá havia visto seios de mulheres de longe quando ele e seus irmãos e amigos ficavam espiando as mulheres e as garotas dali tomando banho no rio.

Eu perguntei e ele se ele queria pegar neles, o que ele fez rapidamente. Ficou acariciando e dizendo que eram lindos e macios. Eu disse a ele que ele poderia chupá-los se quisesse. Na mesma hora ele se abaixou e começou a mamar nos meus seios, meio desajeitado e com força. Eu tive que pedir a ele que fosse com mais calma senão ele ia me deixar toda marcada e o top não iria esconder as marcas e meu padrasto ia acabar vendo.

Ele já estava completamente nú na minha frente e eu estava sá de tênis e com o shortinho, com aquele marmanjo chupando meus peitinhos e apertando minha bunda com as mãos.

Ele me perguntou se eu deixava ele me comer e eu disse que tinha medo que ele me machucasse devido ao tamanho do pau dele. Ele me implorou para eu deixar e prometeu que faria devagar e com carinho. Eu então tirei meu short enquanto ele forrava o chão com as suas roupas. Eu me deitei e abri minhas pernas, pensei em pedir a ele para me chupar a buceta mas ele rapidamente se posicionou entre elas e ajeitou seu cacetão na minha xaninha. A sorte é que eu já estava toda molhadinha de excitação, pois ele começou a enfiar aquela cabeçona em mim.

Eu para ajudar abri os lábios da minha xaninha com as mãos enquanto sentia aquela cabeçona forçar passagem para dentro de mim. Estava difícil de entrar, mas ele na vontade que estava e com o jeito bronco dele não pensou duas vezes em subir todo em cima de mim fazendo com que o cacetão dele começasse a entrar, devagar mas firmemente. Foi entrando pouco a pouco, me abrindo toda. A cabeçona passou e o resto entrou fácil. Ele começou a socar aquele cacetão para dentro de mim e em poucas estocadas estava todinho dentro de mim. Ele me socava com força, me tratando como se fosse uma das éguas que ele estava acostumado a comer. Eu estava louca e gemia sem parar. Sentia aquele pau enorme me preenchendo toda e forçando meu útero. Estava muito bom. Em poucas estocadas eu estava gozando. E ele sentindo minha bucetinha apertando o seu pau começou a urrar e a gozar. Ele aumentou o rítmo das estocadas me balançando toda e a cada afundada do pau dele, ele soltava um jato da sua porra para dentro da minha buceta. Eu sentia os jatos entrando dentro do meu útero, vários jatos quentes me inundaram.

Eu estava toda mole, satisfeita. Ele rapidamente vestiu suas roupas enquanto eu continuava deitada no chão. Ele pediu que eu ficasse quieta e esperasse um pouco, que ele voltaria logo.

Uns cinco minutos depois ele voltou com um dos outros rapazes. Era o irmão dele, mais novo, um loirinho. Ele havia contado o que tinha acontecido e me perguntou se eu daria para ele também. E eu como ainda estava com tesão não neguei. Fiquei de quatro enquanto o loirinho rapidamente abaixou as calças e se posicionou atrás de mim. O grandão disse que ia voltar para o riacho para os outros não desconfiarem do nosso desaparecimento.

O loirinho começou a meter em mim dizendo que eu era muito gostosa. Eu perguntei a ele se ele já tinha comido alguma mulher ou se ele também sá comia éguas e cabras. Ele rindo me disse que já havia comido duas garotas e uma delas é sua namorada, com quem ele trepa sempre.

Mudamos de posição, pois o garoto queria ver e chupar meus seios também. Então eu fiquei deitada, desta vez na terra mesmo, sentindo todas as pedrinhas, mas não estava nem aí. O loirinho chupou meus seios e deitou-se em cima de mim e logo também estava gozando. O pau dele não era tão grande, mas ele sabia fazer mais gostoso que o irmão.

Logo que ele gozou ele se levantou e ajeitou suas calças dando um assovio para o outro que já estava escondido e esperando a sua vez. Era o terceiro rapaz, um mulatinho feio e magro de dar dá. Era o mais novo da turma, tinha 19 anos, mas tinha mais experiência com mulheres do que os outros dois. Segundo ele as negrinhas da região eram umas safadinhas e adoravam o pau dele. Ele já tinha comido mais de cinco negrinhas mas nunca tinha comido uma branquinha como eu. Eu nem tive tempo de protestar e ele já veio tirando a roupa e me pegando. Ele colocou as roupas dele no chão e me colocou de joelhos para chupar o pau dele. Era um cacete fino mas comprido, meio torto. Chupei um pouco e logo ele me colocou de quatro para meter em mim. O pau dele entrava fácil por ser fino, mas ia bem lá no fundo. Ele ficou socando um tempão, apertando meus seios e puxando meus cabelos. Acho que minha bucetinha estava meio alargada por causa do cacetão do grandão e o mulatinho estava sentindo isso, então ele perguntou se ele podia colocar o pau dele em outro buraquinho. Como o pau dele era fino eu disse que podia.

Ele então cuspiu no pau dele e no meu cuzinho e começou a enfiar o pau dele. Ele gemeu dizendo que meu cuzinho era muito apertado e gostoso. Ele ficou metendo e em pouco tempo ele começou a gozar, enchendo meu rabo de porra. Ao sentir a porra quentinha dele jorrando eu também comecei a gozar, esfregando meu grelinho com uma das mãos.

Quando terminamos, vestimos as roupas e voltamos rapidamente para o pesqueiro, pois eu já estava "sumida" há um tempão.

Cheguei lá e meu padrasto ainda estava cochilando e o senhor amigo dele também. O velho que estava com os 3 rapazes estava me olhando fixamente, mas continuava imável. Não sei se os rapazes contaram a ele o que tinha acontecido ou se ele estava desconfiado. Sá sei que ele não tirava os olhos de mim. A gente não estava tão perto, mas de onde ele estava podia ver que meu top estava manchado e que os bicos dos meus seios estavam duríssimos quase furando meu top.

O grandão veio para o meu lado e disse que o velho tinha desconfiado e que ele teve que contar o que tinha acontecido. O velho também estava doido para me comer, mas estava com vergonha de me falar, pois ele achava que eu era muito novinha e ele com seus 56 anos não poderia fazer isso comigo. Eu olhei para meu padrasto e seu amigo e eles ainda cochilavam. Então eu me levantei e disse, por que não? Já tinha transado com os 3 rapazes, por que não satisfazer ao coroa? Afinal adoro homens mais velhos...

Entrei no mato de novo olhando para o velho que não tirava os olhos de mim, e o grandão cochichou alguma coisa no ouvido dele que fez ele se levantar rapidinho e vir atrás de mim.

Eu estava na mesma clareira esperando pelo velho, mas ainda de roupa. Quando o velho se aproximou ele não sabia o que fazer, então eu apalpei o seu cacete por cima da calça e dei nele um beijo. Ele me pegou e começou a tirar a minha roupa e ficou maravilhado com o que via. Chupou meus seios como um bezerrinho, dizendo que eram lindos. Ele tirou a roupa e estendeu no chão para que eu pudesse me deitar. Eu deitei e o esperei de pernas abertas. Minha xaninha ainda estava vermelha e inchada pelas fodas anteriores e ainda escorria um pouco de porra dela, apesar de quase tudo já ter escorrido para a minha calcinha. Enquanto o velho se ajeitava para meter em mim, eu perguntei a ele se ele já tinha comido alguma meninha nova como eu. Então ele me disse que já tinha tirado vários cabaços na região. Quando ele era mais novo e mesmo agora depois de velho.

Então eu fiquei espantada e perguntei de quem teria sido, e ele me confessou que tinha comido uma neta de 19 anos e a filha de um vizinho de 19 anos. Ele tirou o cabaço delas e ainda comia elas de vez em quando. Que velho safado!

Então ele ajeitou a cabeça do pau na minha xaninha e meteu com vontade. Ele sabia meter bem gostoso, com força mas com carinho. Suas metidas eram firmes e profundas, ele ao mesmo tempo acariciava meu grelinho com uma das mãos. De vez em quando apertava meus seios e me beijava na boca. Sua língua era igual a uma cobra dentro da minha boca, ele chupava minha língua, minha orelha e meus seios. E metia sem parar num ritmo louco. Gozei umas duas vezes e então ele ficou ajoelhado me puxando pela cintura, depois se deitou em cima de mim e me pegando pelos pulsos me deixou imável. Ele metia rapidamente e então começou a gozar. Eram vários jatos fortes que iam lá no fundo. Ele então deixou seu corpo cair em cima do meu e me deu um longo beijo. Ficamos assim um tempinho e ele me perguntou se eu daria a minha bundinha para ele. Eu fiquei espantada, pois não pensei que ele aguentaria duas seguidas. Fiquei de quatro para ele e ele ficou um tempinho admirando minha bundinha. Logo ele estava passando o pau dele na minha bucetinha, melando o pau dele na porra grossa dele que saía de dentro de mim e lambuzava meu cuzinho. Ele então forçou a cabeça, quando ela passou ele ficou um tempo parado para meu cuzinho se acostumar. Ele sabe das coisas, sabe fazer gostoso e com carinho. O pau dele não era muito grande e nem grosso, era normal, mas era mais grosso do que o do mulatinho que havia metido no meu cuzinho.

O velho começou a enfiar e a tirar devagarzinho e pegava em meu seios e me puxava para cima, fazendo com que eu ficasse ajoelhada. Ele virou meu rosto e me beijou. Com uma das mãos ele apertava um dos meus seios e com a outra ele me puxava pela cintura. Ele começou a meter mais forte. Então numa das estocadas dele eu caí para frente ficando de quatro de novo. Então ele me pegando pela cintura aumentou a velocidade das estocadas. Ele deu um urro e soltou mais uma porção de jatos de porra quentinha dentro de mim. Ficamos engatados um tempinho e eu fui me deitando exausta e ele ainda encaixado me acompanhou. Ficou deitado em cima de mim um pouco até o pau dele murchar e sair de dentro do meu cuzinho.

Ele me agradeceu e disse que eu era a garota mais linda que ele já tinha comido e me pediu para deixar ele me comer mais vezes enquanto eu estivesse lá. Concordei desde que ele não deixasse meu padrasto e minha mãe ficassem sabendo.

Nos vestimos e voltamos para onde estavam os outros.

Logo eles arrumaram as coisas e foram embora, já era hora do almoço e eles tinham que ir embora.

Meu padrasto havia acordado e seu amigo também. Ele me viu chegando junto com o velho e me conhecendo como ele me conheçe disse que já imaginava o que eu estava aprontando. Quando ele viu o meu top com uma mancha meio branca ele olhou para os outros rapazes e entendeu o que ele tinha perdido enquanto estava dormindo.

Arrumamos as coisas e voltamos para a casa dos amigos do meu padrasto.

Nos dias em que fiquei lá na roça eu ainda transei com o velho, que depois fiquei conhecendo melhor, e se chamava Tião. Conheci também sua família e a famosa netinha e a vizinha que ele comia.

Transei com ele mais umas 3 vezes durante o tempo que estive ali. Com o grandão que se chama Tiago eu transei mais duas vezes junto com o irmão mais novo dele, o Tonho. O mulatinho eu não vi ele mais e foi sá aquela vez que transei com ele.

Meu padrasto é claro, que ficou sabendo de tudo, me comeu 4 vezes lá na roça, e uma das vezes que transei com o Tiago e o Tonho ele ficou escondido no mato vendo tudo e batendo uma punheta.



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