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DELICIA DE PUNHETA

Chamo-me Ricardo, tenho 36 anos, sou loiro, descendente de poloneses, tenho uma boa forma física, na verdade acho que estou mesmo bem sarado. Sou casado e tenho dois filhos. Minha esposa Cláudia é uma mulher sensacional, 31 anos, morena – agora com seus longos cabelos oxigenados, sexy, uma puta na cama, como todo homem gosta. Minha vida sexual recentemente deu umas reviravoltas e acabei com Cláudia num swing. Fizemos apenas uma vez. Os resultados foram mais ou menos, mas ainda assim estamos dispostos a fazer mais.

O que vou contar neste relato não tem nada a ver com isso. Bem, quase nada. É sobre a descoberta da minha sexualidade. Acho que foi uma coisa bem erática, e que de certo modo ainda me assombra.

Eu tinha treze anos, já sabia sobre sexo e tudo mais. Já tinha visto revistas de mulher pelada, revistas de foda, e me excitava muito com isto. Meu pau ficava duro, eu eu me deliciava com a sensação de brincar com ele. Sabia o que era bater punheta, mas nunca tinha realmente tentado com fervor.

Foi num aniversario de 19 anos do meu irmão, uma festa com a sua classe na chácara, que é onde os meus parentes sempre se reunem para festa ou finais de semana.

O dia foi bom: futebol, volei, churrasco, meninas gostosas, biquinis, banho no lago, guerra de lama, eu adorei. Acabei escutando numa das conversas entre os caras da classe, comentários sobre uma ida deles a um filme pornográfico – brasileiro, pornochanchada – quando alguns deles tinham ido bater punheta no banheiro, mas o Cadu, disseram, ficou ali na cadeira do cinema mesmo, com o seu pau enorme na mão, batendo punheta durante o filme todo. A turma morria de rir, e o Cadu nem aí. O Cadu era um moreno magro, muito legal, metido a gostosão, e que tinha na verdade mais amizade comigo do que com meu irmão. Éramos sempre unânimes em nossa opinião sobre as gostosinhas da escola.

Bem, naquele dia, ao final da tarde, com guerra de lama e tudo, o pessoal se dividiu pra usar os chuveiros dos dois banheiros do casarão. Homens num e mulheres no outro. E meu avô, pão duro como ninguém, veio encher o saco para que usassem o chuveiro de dois em dois. Claro, foi aquela vaia, e uma puta gozação: troca troca, pegar o sabonete no chão, campeonato de punheta, tomar banho com as meninas, todas as piadas vieram. E enquanto os pares iam tomando banho, eu e o Cadu ficamos apreciando as meninas que saiam do outro banheiro, todas cheirosas, gostosinhas. Ficamos falando delas e no sonho de ter um bundinha daquelas para a gente. O Cadu ficava o tempo todo ajeitando o pau por dentro do seu short.

Quando chegou a nossa hora, éramos os últimos no chuveiro, e a rapazeada toda já tinha ido para o terraço.

Entramos no banheiro ainda falando de sacanagem, e Cadu já foi tirando seu short, deixando cair um bruta de um pintão, inchado, meio que endurecendo, balangando na frente de um sacão cheio de pentelhos. Tinha a cabeça toda descoberta, daquele tipo operado, diferente do meu, que se recolhe num prepúcio. Já tinham me falado do dote do Cadu, mas eu assim mesmo fiquei impressionado. Era maior que os paus duros que eu já tinha visto em revista de sacanagem. Nunca imaginei que um cara de 19 anos pudesse ter um cacete tão grande. Até acabei enrolando um pouco para tirar o meu shorts, afinal de contas aquela rôla era pelo menos duas vezes mais comprida que o meu pintinho – duro - e provavelmente quatro vezes mais pesada. Tudo bem, eu era mais novo, mas imaginei que ficaria muito feliz se dalí a dois anos eu tivesse um cacete daqueles. O pior de tudo é que nessa enrolada que eu dei pra me despir, meu pau foi ficando duríssimo. Cadu, já debaixo do chuveiro, ensaboava o seu pau, que tinha crescido mais ainda, grosso pra caralho, mas que continuava subindo, aos soquinhos. Fiquei então mais tranquilo e baixei o shorts, fazendo um TÓINNN com o meu pinto já tinindo de duro. Entrei no chuveiro.

- Vamos bater uma punheta – disse o Cadu bem baixinho, passando bastante condicionador de cabelo nas mãos e lambuzando seu ariete, agora já totalmente ereto. Ele começou a polir o seu pau devagar, mas com força, usando as duas mãos. Fiz o mesmo no meu, e descobri uma sensação deliciosa, inédita. Eu já tinha me masturbado diversas vezes, ou melhor, brincado com o meu pinto duro. Mas punheta mesmo, era realmente a primeira vez. Cadu, de olhos fechados, ia suspirando – ahh, que tesão!, eu quero a bucetinha bem quentinha da fulana aqui pra agasalhar o meu pau, isso aqui é a boquinha da fulanaÂ… - e eu também me masturbava, mas não conseguia tirar os olhos daquela cabeçona brilhante que surgia entre os seus punhos apertados a cada golpe de suas mãos. Sim, eu ainda estava impressionado com aquilo tudo. Não sei se foi coisa de viado, mas achei muito erático, não sá bater, mas ver uma verdadeira punheta, pela primeira vez.

Em uns dois ou três minutos, Cadu acelerou a punheta, agora sá com uma mão.

- Vou gozar - disse, e virou-se um pouco para o lado, para não gozar em mim. Eu não sabia bem o que esperar de alguém gozando, então fiquei assistindo com atenção: enquanto ele chacoalhava todo o seu corpo, vi pela primeira vez uma tremenda esporreada jorrar da cabeca de seu pinto, que estava até inchada, de tanto que ele apertava. Saía um jato de porra atras do outro, que se perdiam com a água que caía do chuveiro. Depois que ele acalmou, ordenhou mais um pouco de porra do seu pau que começava a brochar e empurrou com os pés os grumos que tinham ficado grudados no chão para o ralo. Eu, ao assistir tudo aquilo, me senti diminuido. Diante de tanto espetáculo, acabei me sentindo ainda impotente. Cadu percebeu que eu tinha parado com a punheta.

- Não vai gozar, Ricardo? – perguntou.

Meio sem saber se eu voltava a bater ou se fugia dali, dei um sorriso amarelo e falei que nunca tinha gozado. Ele falou que era sá continuar batendo, punhetando sem parar, que o gozo viria logo.

- E depois a gente já aprende como é que se faz pra práxima vez.- completou.

Tentei continuar um pouco a punheta. Passei mais condicionador no pau, mas nada ainda.

- Vamos que você consegue! – disse ele, tentando me animar – Eu gozei pela primeira vez ainda antes dos doze anosÂ…

Isso sá piorou as coisas. Eu com treze e nada de gozar. Quando ele percebeu que eu já não estava levando aquilo mais no prazer, mas sim no desespero, ele disse que tudo bem, que era normal, que as pessoas têm desenvolvimento hormonal diferente.

- No dia em que você conseguir, você não vai parar mais – disse.

- Mas você bate punheta todos os dias? – perguntei curioso.

- Pelo menos uma vez, e às vezes trêsÂ…quatro!

- Então aquela histária do cinema é verdade?

- Que eu bati umas punhetas? Três vezes !

- Mas e gozar ? Onde você esporreou? E a sujeira?

- No chão do cinema mesmo. Mas na segunda já não sai tanta porra. E na terceira, menos ainda.

Saimos do banheiro e o Cadu jamais fez qualquer comentário ou gozação sobre a minha punheta fracassada.

Passou-se quase um ano. Continuamos grandes amigos. Sempre falando das meninas, sexo, etc. Eu tentei bater punheta varias vezes, mas nada de gozar. Estava ficando um pouco desesperado com esse meu atraso.

Um dia na escola, ele me disse que precisava me contar uma coisa. Ao mesmo tempo eu soube por umas fofocas que o Cadu e um outro cara do segundo colegial estavam comendo a Janaína, uma funcionária da escola. A Janaína era uma ruiva, de uns vinte e poucos anos, cabelos curtos e olhos bem verdes (ou azuis?). Tinha umas pernas um pouco curtas, mas era um sonho de mulher pra mim. Uma bunda deliciosa, super arrebitada. Peitos grandes, pareciam bem pontudos. Sua cara era sardenta, bem de safada, de puta. Era a fantasia de toda a rapazeada da escola. Mas era casada, diziam que era com um negrão. Fiquei imaginando se não seria somente fofoca: O Cadu comendo aquela gostosa?

Perguntei pra ele e ele disse que sim, mas pra ficar quieto, que depois ele contava. Fiquei de olho nela. Reparei então que um dia, em horario de aula, passei pela salinha da Janaína e ao espiar dentro, reparei que o Cadu estava dando uma tremenda encoxada nela, e ela praticamente deixando, somente falando pra ele parar com aquilo. Sortudo filho da puta, pensei.

Um certo dia, pouco tempo depois, fomos bater uma bola na minha chácara e ele começou a me contar os detalhes: Ele e o Mario, um grandão da sua classe, andavam atrás da Janaína, dizendo que tinham tesão por ela, e tudo mais. E ela nunca os cortou totalmente. Sempre fazia um charminho. Eles deixavam o pau bem duro por dentro da calça e entravam no seu quartinho, ou depásito e mostravam pra ela o volume pulsando por baixo do jeans. Ela ria, gostava de ver, e depois de uns dias, começou a passar a mão no pau deles por cima da calça. Eles às vezes encoxavam ela quando dava, e pegavam nos seus peitos, e ela deixava, sem problema, parecia curtir. Alguns dias depois eles falaram pra ela que viriam no final do período da tarde, quando ela estaria limpando e fechando as classes. Ela disse que não acreditava, provocando-os. Lá estavam eles no começo da noite. Chamaram-na para a sua salinha, fecharam a porta e puseram cada um o cacetão duro pra fora. Ela olhou para os dois e pediu pra eles abrirem a porta, pra ela poder sair dali. Mas pediu com um sorriso, cúmplice de toda aquela sacanagem. Eles insistiram que sá abririam se ela pegasse no pau deles. Ela passou a mão no pau de cada um deles, disse o Cadu. Que ela bateu uma punheta de levinho, por alguns segundos. Eles pediram mais, mas ela disse que ali não. Que era perigoso. Eles então arranjaram de se encontrarem, por sua propria sujestão, na casa dela, que morava numa vila a umas duas quadras da escola. E foi lá que, no dia seguinte e em outros dias por algumas semanas, eles comeram ela. Na prápria casa, na hora do almoco, enquanto o marido, dizem um mulatão de quase uns dois metros, trabalhava o dia todo. Eles a cada semana juntavam uma grana pra que ela comprasse o presente que quisesse, e faziam a festa numas rapidinhas.

Aquilo me deixou pirado. Porra, então eu também queria comer a Janaína!

O pessoal do futebol fez um churrasco e foram embora no início da noite. Meu irmão foi embora, pois iria namorar na cidade. Eu e o Cadu acabamos resolvendo ficar na chácara para aproveitar cedo o domingo seguinte. O Cadu estava esperando ficar, pois no dia seguinte a Paula, minha prima gostosíssima estaria lá na piscina. Éramos ambos taradões por ela.

à noite saímos eu e o Cadu para a boate de um clube da região. Eu conhecia umas meninas lá, e acabamos tomando umas cervejas com elas (bem, elas não eram bobas – tomaram sá coca). Consegui dar uns beijos em uma delas, mas o Cadu nada, ficou na mão.

Voltamos pra chácara e fomos dormir. Estávamos no mesmo quarto. No casarão sá tinha o meu avô, em um quarto bem longe. Ficamos falando com a luz apagada, de mulher, de sexo, e o Cadu contou detalhes da Janaína. Disse que no primeiro dia a Janaína recebeu os dois em casa e bateu punheta pros dois, revesando-se nos beijos. Que deixou que eles levantassem a sua blusa e chupassem seus peitões. E que pra gozar, levou eles pra pia da cozinha. Bateu pra eles até esporrearem na pia. Não quis chupar, nem nada. Na vez seguinte, uns dias depois, ela chegou a ficar de calcinha com cada um deles, rolando no sofá. Eles ficavam com o pau entre as suas pernas. Depois de muita insistência, ela concordou em chupá-los, mas quis que lavassem o pau antes. Aquilo foi mais um tesão para eles, terem o pau ensaboado pela Janaína. Chupou bastante, mas o tempo todo com ameaças pra que não gozassem na sua boca. Mais uma esporreada na pia da cozinha. Tinha que ser tudo corrido, apressado, com medo do maridão aparecer de repente. Eles se revezavam, um rolando com a Janaína e outro esperando, sempre acariciando o pau duro. Um tesão danado. Na terceira vez, os dois levaram uma caixinha com 3 camisinhas, pois queriam meter de verdade. Mas pra convencê-la a tirar a calcinha foi um custo. Muitos beijos, carinhos, promessas, e no final estavam os dois se revezando: ela sentada no sofá com as pernonas abertas, um chupando a sua buceta e o outro em pé no sofá, com a pica pra ela mamar. O Mario foi primeiro que quis meter, mas ao vestir uma camisinha, ela estourou. A Janaína então ajudou-o com a outra camisinha. Meteu rápido. Ela gemeu bastante enquanto o pau entrava. Cadu disse que o pau do Mário era grande igual ao dele. Em poucas metidas o cara gozou. Na vez do Cadu, ela ajudou-o com a camisinha. Disse que sá naquela ginastica dela colocar a camisinha no seu cacete quase fez ele gozar. Ele meteu gostoso na sua bucetona e começou a bombear. De repente disse que ficou com uma sensação maravilhosa no pau e disse que iria gozar, mas ela acordou do tesão, percebeu que era a camisinha que tinha arrebentado. Empurrou-o para fora e realmente, lá estava a camisinha, arregacada até a base, com o pinto todo exposto. Ele não aguentou e gozou nos seus peitos e barriga. Escorreu bastante porra no sofá, e a Janaína ficou puta da vida, desesperada que o marido fosse descobrir.

O Cadu me contava estas histárias com os maiores detalhes. Estávamos obviamente os dois batendo uma bela punheta na cama. Cadu acendeu a luz de cabeceira e apresentou um baita de um caralho, duro, caído sobre a sua barriga, maior ainda e mais espetacular do que quando eu o tinha visto um ano antes. Rimos muito e mostrei que eu também estava batendo uma, meu pau duro uma piada comparado ao dele.

- E aí ? – perguntou ele – você já gozou alguma vez desde aquele dia no chuveiro?

Fiquei meio sem jeito, pois já tinha quatorze anos, mas disse a verdade.

Cadu então sugeriu que eu fosse pegar algum pote de áleo, ou creme, pra bater uma punheta mais gostosa. Pus um shorts e saí do quarto em silencio, pois o chão do casarão fazia um puta barulho. Voltei com um vidro de áleo de bebê e tranquei a porta.

- Vem aqui que eu te mostro como é que faz. Garanto que de hoje você não escapa.- disse ele.

Sentei-me ao seu lado e deixei um pouco de áleo cair na minha mão. Esfreguei o meu pau. Cadu arrancou o pote de mim e me disse:

- É assim que se faz, olha sá!

Deixou cair uma quantidade generosa de áleo na mão e avançou para mim, passando todo aquele áleo no meu pau. Sua mão quente me segurando o pinto duro lançou um choque de tesão por todo o meu corpo. Eu me assustei com a ousadia. Jamais pensei que aquilo fosse acontecer, mas a sensação foi maravilhosa, indescritível. Eu senti o tesão pelo corpo todo, enquanto meu pau era punhetado com vigor pelo Cadu. O barulhinho de uma punheta bem melada era a única coisa que se ouvia.

Era uma outra mão no meu pau. Não a minha, mas a mão de homem, mas foda-se. Era tão bom !

O que era aquilo? Coisa de viado?

Você que está lendo este meu relato vai dizer que isso é coisa de gay. Acho que não. As histárias que a gente escuta de troca-troca na adolescência, de um batendo punheta pro outro, isso é muito mais descoberta da sexualidade do que homossexualismo. São coisas que você e eu já fizemos mas nunca mais falamos sobre isso ou mesmo que admitimos para nás mesmos que aquilo já se passou conosco. Isto é a minha histária de como descobri a punheta, não sobre viadagem.

Fazia poucos segundos que ele tinha começado aquela massagem incrível no meu pau, e eu já começava a desfalecer de tesão. Cadu parou de repente e disse :

- Pronto, é assim que se faz. Depois você goza. Agora passa no meu!

- Porra, Cadu, agora continua, faz mais um pouco – insisti.

- Depois eu faço. Passa um pouco no meu pau pra mim agora.

Olhei praquele tremendo caralho e de alguma maneira, nem hesitei. Eu sá queria que aquela sensação maravilhosa se repetisse pra mim, o mais rápido possível. Derramei áleo na mão e diretamente no seu caralho e agarrei aquele tronco com força. Estava bem claro que eu jamais teria aquele porte de pau dependurado entre as minhas pernas. Era muito grosso, comprido, pesado e quente, cheio de veias saltadas, como se fosse explodir. Segurar aquilo, todo escorregadio de áleo, era quase como pegar um peixe duro.

- Cadu, quanto mede o seu pau?

- Vinte, vinte um centímetros, por aí – respondeu. Que coisa enorme que era. Eu, dois anos depois, quando cheguei aos desesseis, tinha somente uns 13-14 centímetros de pau.

Segurei firme e fui indo pra cima e para baixo. A cabeçona entrava entre os meus dedos e depois saía, gostoso para cima, enorme, reluzente. Foi uma oportunidade única de bater uma punheta num pau monstruoso. Infelizmente não era o meu. Cadu estava semi deitado, escostado na cabeceira da cama, assistindo de camarote minha mão subindo e descendo lentamente pelo seu mastro.

- Isso, continua, bem apertado, assim, não pára.

Eu não ia parar mesmo. Queria fazer aquele pau gozar. Cadu foi fechando os olhos e começou a gemer.

- Não pára, não pára! - sussurrou.

Continuei agora, um pouco mais rápido, e seu gemido foi se aprofundando, até que senti a contraída no seu pau e vi um jato enorme de esperma acertando-o no queixo, pescoço e peito.

- Puta que o pariu! – exclamei assustado.

- Continua! – gritou ele.

E eu continuei. No mesmo instante minha mão foi envolvida por um líquido quente, escorregadio. Continuei batendo firme, enquanto outros jatos de porra saltavam alegremente, cobrindo a sua barriga com uma cor branquinha. Pela primeira vez senti um bruta cheiro, que bateu no meu nariz. Então era aquilo cheiro de porra! Cadu gemia um pouco alto enquanto gozava, e pedi pra ele ficar quieto, mas nem prestou atenção. Estava concentrado em ejacular e ejacular. Eu não parava. Mordi meus lábios e continuei batendo com força. Que senhora gozada!

Ele finalmente parou de gozar e suspirou que tinha sido um tesão. Olhei para a minha mão toda cheia de porra e limpei-a em seus pentelhos, pois seu peito e barriga estavam cobertos de esperma.

- Que nojo! – eu disse, e pedi pra que ele batesse pra mim, pois meu pau estava doendo de duro. Ele antes pediu pra que eu fosse pegar uma toalha, para que ele enxugasse aquela porra toda. Fui pelado mesmo, de pau duro e voltei com a toalha. Cadu se enxugou cuidadosamente e sentou-se ao meu lado. O cheiro de porra era intoxicante. Ele rapidamente esguichou áleo no meu pau e atacou com uma punheta bem rápida e forte. Aquilo quase me matou. Senti aquela intensa coceira, aquela possessão inédita tomar conta de mim, e em uns trinta segundos tive uma convulsão sensasional e vi um jato de porra voar pelo meu pau e acertar no lençol da outra cama. Nessa hora eu já queria que ele parasse, pois o prazer era insuportável. Mas ele continuou firme, e vi com uma visão embaçada de tesão, dor e culpa, outros jatos sendo esguichados pelo meu pau, que brilhava no seu punho apertado. Uma confusão frenética de dedos áleosos, calor, pinto duro, fricção, porra e tesão.

Cadu ia dizendo – Isso! Goza, seu filho da puta! Esporreia bastante que agora não tem como parar mais!

A minha porra escorreu na minha prápria perna, e senti como era quentinha. Eu tinha conseguido!

Eu finalmente desfaleci deitado na cama, exausto de tesão. Cadu me largou o pau e enxugou sua mão. Depois recomendou que eu enxugasse a minha porra do chão.

- Tá vendo como é bom, Ricardo? Punheta vira um vício. E olha sá que gozada a sua! Também com 19 anos, você devia ter muita porra guardada aí. A minha primeira gozada foi com onze anos, e sá sairam umas duas gotinhas!

Eu já estava me contorcendo de arrependimento e vergonha. Enxuguei a porra do chão e me vesti, meio sem falar muito. Apaguei a luz e prometi pra mim mesmo que jamais bateria punheta outra vez na minha vida.

Mas o Cadu não dormia e continuava falando como tinha sido bom comer a Janaína, a punhetinha dela, a boca dela, colocar o pau no meio das suas pernas, a bundinha arrebitada que ele encoxava, etc. Falou da última vez que eles foram pra casa da Janaína, meio na pressão, na insistência. Diz que ela não quis nada no sofá, com medo de sujar outra vez. Inclusive que mostrou a mancha dura no veludo do sofá. Foram pra cozinha, e lá chuparam a bucetinha dela. Ela deixou eles colocarem o pau sem camisinha na xoxota dela, mas muito rápido, sentando no colo deles na cadeira. Inclusive virou-se de costas, apoiando na pia, enquanto eles enfiavam por trás. Fez eles gozarem na pia e prometeu pra eles que nunca mais, que era a última vez.

Logo eu vi que o Cadu já estava de novo batendo uma punheta freneticamente. Acendi a luz e vi-o, sentado na cama, com seu fabuloso mastro em pé, apontando o seu canhão para a toalha toda esporreada estendida entre as nossas camas.

Eu logo esqueci do arrependimento e, com o pinto durão outra vez, ataquei com outra punheta. Ficamos os dois ali, na maior bronha, um sentado na frente do outro, quando depois de alguns minutos vi o Cadu gozar. Filho da puta, espirrou umas gotas na minha perna. Logo logo eu mesmo gozei. Aquele sentimento mágico se apossando de mim, e não consegui segurar, ou melhor, não consegui continuar a punheta. Sá segurei o meu pau com força enquanto eu gozava gostosamente sobre a toalha. Finalmente, eu estava gozando nas minhas práprias punhetas!

A esporreada não foi nada volumosa como a minha primeira, e também foi menos que a segunda do Cadu. Mas foi bom. Adorei de bater punheta!

Me deu mais uma vez o cansaço, o arrependimento, e a vergonha.

Dormimos logo depois.

Acordei cedo, e com receio de alguém desconfiar do cheiro da toalha, abri bem a janela pra arejar tudo.

Isso acordou o Cadu, que em poucos minutos, por baixo do lençol, já estava batendo mais uma. Eu também fui de volta pra minha cama e fui batendo. O problema era a janela aberta. Logo logo ia chegar gente. Primos, primas, tios, etc. Corremos então pro banheiro e nos trancamos para terminar a punheta. Os dois com o pinto estendido sobre a pia, quase que esporreando ao mesmo tempo.

- Três punhetas sá da primeira vez, em Ricardo ! Tá começando bem!

E não ficou somente nisso.

Durante o dia, deleitado com as formas da minha prima Paula na piscina, voltei ainda pro banheiro pra bater mais uma punheta. E à noite, em casa durante o banho, bati ainda mais uma pensando nela.

Claro, que se hoje tem até mulher que eu já nem me lembrava mais que eu tinha comido, eu naturalmente não posso me lembrar de cada uma das punhetas que bati na vida. Mas daquele final de semana eu me lembro direitinho.

Cadu e eu nunca mais falamos sobre aquela minha primeira punheta, quando um bateu pro outro. Pelo que eu sei ele não é viado, e nem eu sou. Continuamos grandes amigos até hoje. Sempre trocamos relatários sobre nossa vida sexual. Comemos muita menina juntos, já trocamos de namorada e até fizemos suruba. Hoje ele é casado e também eu sou. Talvez minha vida sexual ainda venha a se misturar com a dele, mas isto ainda é coisa do futuro. Não sei se vai acontecer, e se der certo, conto num outro relato. O que vou contar no práximo relato foi a minha primeira experincia sexual. E como a delícia da Paula e o Cadu participaram daquele episádio também.



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