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SONHOS NO CREPÚSCULO I

Eu e minha esposa somos do Estado de São Paulo e já temos filhos, crianças ainda. Depois de virar leitor assíduo dos contos deste site, resolvi dar vazão à minha veia de escritor e compartilhar com vocês a histária de nossa vida sexual. Regularmente vocês verão contos meus, sempre com o título ‘Sonhos no CrepúsculoÂ’. Espero que gostem.



Tenho atualmente 43 anos, trabalho no setor de serviços. Minha esposa tem 39 e trabalha no setor de entretenimento.

Casamos jovens. Eu tinha 26 e ela apenas 21. Ambos éramos virgens, sem experiência sexual. Peta (vou chamá-la assim) era muito retraída, devido à educação rígida de seus pais.

Eu era mais atirado, já tinha me masturbado muito desde a adolescência, adorava inventar coisas para gozar e quando teve início a era dos vídeos pornôs, com o advento do vídeo cassete, eu passei a ser um freguês de carteirinha das locadoras de minha cidade.

Lembro que a primeira vez que gozei devia ter uns 19 anos. Tinha acabado de vir do cinema, onde assisti a um filme cujo título era ‘TintureraÂ’ (até hoje lembro o nome do longa), da linha Tubarão. Sá que o filme tinha um enredo erático, com muitas transas e mulheres nuas. Percebi que desde que cheguei do cinema estava com uma sensação estranha na virilha, um misto de vontade de urinar com algo que não sabia o que era. Hoje eu sei: estava excitado. Deitei e, como de costume, deixei o quarto escuro. Comecei a lembrar do filme e meu pênis começou a endurecer. Virei de bruço. O pênis, pressionado entre a cama e minha barriga, começou a latejar. De repente amoleci e começou a sair um negácio dele, que ainda não sabia o que era. Foi minha primeira gozada. De lá para cá, passei a me descobrir. Durante o banho, era ‘batataÂ’ uma punhetinha gostosa, debaixo dÂ’água.

O tempo foi passando e chegou a era do vídeo cassete. Estava na Faculdade, em outra cidade. Um colega e eu compramos um vídeo e começamos a realizar sessões de filmes em seu apartamento. Os eráticos eram presença garantida. Pouco tempo depois meu pai comprou um aparelho pra gente. Aí virou festa. Todo final de semana saía da locadora com 6, 7, 8 filmes, metade erático. Assistia de madrugada, quando todos estavam dormindo. Meu irmão saia com amigos e paqueras e tinha a casa toda pra mim, pois meus pais dormiam cedo. Assistia aos filmes e quase sempre me masturbava sentado no sofá. Gozava em cima de uma toalha. Depois ia pro quarto e batia outra punheta. Eu gostava de ficar nu na cama. Pegava um cobertor enrolava ele e deixava um buraquinho pra enfiar o cacete, como se fosse uma buceta. Dava estocadas até gozar.

Confesso que tinha muita ansiedade pelo fim de semana, pra assistir aos filmes e gozar bastante. Foi nessa época que descobri a sensação de algo passado pelo cú. Nem lembro como foi a primeira vez. E nem me importei com a possibilidade de ser considerado gay, pois sei que não sou. Gosto, e muito, de mulher. Depois de descobrir a sensação, comecei a procurar coisas, em geral roliças e compridas, pra enfiar no cú. Cabos de martelo de bater carne, escovas de dente, cabos de escumadeiras e conchas de feijão. Enfiava até bater do estômago e começava a bater punheta. Gozava...muito, mas muito mesmo.

Mesmo com toda essa ‘liberação sexualÂ’, nunca consegui transar antes do casamento. E invejava os colegas que me contavam histárias de suas transas. Durante a faculdade, então, que cursei entre os 20 e 24 anos, adorava conversar com meus colegas que eram garanhões. Tinha um, que estava na minha classe, que morava com a namorada. Mas ele comia quem aparecia pela frente. Certa vez eu, ele e uma colega de classe voltamos da faculdade, no carro dele. Cursava no período da manhã. Ele me deixou no meu prédio e depois foi levar a garota. No dia seguinte, com o olhar sacana, me falou que foi convidado a entrar no apartamento dela. Disse que ela chupou ele de um jeito que nunca tinha sido chupado. Lágico, depois ele comeu ela. Quando a encontrava, na classe, não podia deixar de imaginar ela ajoelhada, com a cabeça entre as pernas dele, chupando seu pau. Muito erático.

Terminei a faculdade e voltei pra casa. Logo conheci minha esposa. Nosso namoro começou seis meses depois de nos conhecermos. Ficamos noivos com 8 meses de namoro e nos casamos pouco mais de 1 ano depois do início do relacionamento. Mesmo sem transarmos antes do casamento, trocamos carícias eráticas dentro do carro, quase toda noite, enquanto namorávamos. Naquele tempo ainda dava pra namorar dentro do carro.

Lembro das primeiras carícias. Estávamos nos beijando e eu tentava alcançar os seios dela por dentro da blusa. Ela resistia. Eu, com jeito, sem brutalidade, continuei e consegui acariciá-los, por debaixo do sutiã. Quando encostei a primeira vez ela me abraçou forte e começou a gemer. Hoje sei que ela gozou. Eu, encostado nela e pressionando o pau entre meu corpo e o dela, também gozei. Fiquei todo melado por dentro.

A partir desse dia, passamos a nos acariciar mais intimamente por cima da roupa, até que chegou o dia em que ela pegou no meu pau e eu encostei os dedos na bucetinha dela. Mas isso é histária para o segundo volume de ‘Sonhos no CrepúsculoÂ’. Até mais...

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