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PINTO NORMAL, MAS EFICIENTE

Sai para caminhar naquela tarde de sábado especialmente porque fazia três meses que eu havia rompido com meu noivo e meu tesão estava nas estrlas, já.

Acabei encontrando um senhor que várias vezes o vira na mesma rota de caminhada que eu. Ele me atraía muito. Parecia ter uns 45 anos. Nada conforme o modelo da moda. Era normal. Barriguinha. Mas demonstrava um charme.

Convidei-o para caminharmos juntos. Foi difícil prá mim quebrar aquele paradigma. Primeira vez que tive essa coragem.

Ele topou. Já na primeira volta ele se insinuou para mim. Eu estava louca pra dar. Estava a três meses separada de meu namorado com quem fodia pelo menos três vezes por semana e com muita intensidade. Eu topava qualquer parada, do jeito que estava.

Combinamos de ir ao motel, apás um papo muito legal.

Fui correndo prá casa, peguei uma saínha escoceza xadrez com um colete aberto e uma boina, prápria para fantasias sexuais, entrei no meu carro e saí logo. Quando cheguei, ele me aguardava no estacionamento do motel. Eu o apanhei e entramos na garagem do quarto. Pedi a ele que me aguardasse no carro.

Entrei no quarto, me vesti com a roupinha sensual e em seguida eu o chamei.

Quando ele entrou e me viu naquele traje, ficou doido. Eu vi seu caralho endurecer em poucos segundos. Começou a dizer que eu sou uma puta, que não presto e que ia acabar comigo.

E foi o que aconteceu a partir de então.

Ele me pegou pelos cabelos e dizia que eu ia ter que dar muito pra ele. Tirou sua calça e sacou fora da cueca aquele caralho estranho. Era de tamanho normal, mas a cabeça mais fina que a base - bem grossa e roliça. Botou logo o cacete na minha boca. Já estava muito duro. Juntei com força e comecei a chupar como uma louca. Ele puxava minha cabeça em direção ao seu pau. Eu mamava muito, com fome que estava. Queria engolir aquele troço. É o que eu mais queria naquela hora, pois, três meses sem dar uma prá mim era uma eternidade.

Peguei com as duas mãos, minha língua roçava a cabeça e as suasbolas. Eu enfiava tudo na minha boca, tocando a garganta. Aproveitava prá lamber o cuzinho também. Ele gritava de tesão, gemia, e dizia que eu era uma puta de verdade, uma vadia, cadela mijada e tudo mais. O caralho dele ficou maior com a chupeta que eu fiz. Nesse momento, ele tirou da minha boca e disse que queria meter na minha buceta. Mandou-me virar de quatro. Eu me posicionei e comportava como uma biscate de rua.

Enfiou a pica com tudo em mim e começou a cavalgar. Socou sem dá, muito. Eu de saia curtinha, gritava para ele meter mais ainda. Eu dizia: “Mete em mim, seu bosta, seu merda. Não tem força prá comer uma cachorra como eu? O que é que te falta, hein? Mete aí, seu cavalo velho. Não dá no couro, né, seu inútil. Prá foder com você é melhor usar um vibrador em casa.”

Ele metia como um doido e o suor escorria por todo o corpo. Mas eu o desafiava. Ria e dizia que muitos homens já tinham me fodido mais e melhor que ele.

Foi quando ele, se súbito, tirou o pau da minha buceta e entrou com tudo no meu rabo. Eu não esperava. Sá não foi a seco porque o meu tesão havia lambusado muito o pau dele. Mas eu gritei. Não estava preparada. Compreendi que, pelo tanto que eu o insultava, ele ficou nervoso e resolveu me dar uma lição com o tratamento que eu merecia.

Eu desmontei, caindo sobre a cama. Ele gritou e ordenou que me virasse com os peitos prá cima. Eu obedeci, pois, percebi que o clima estava ficando quente. Então ele pôs dois travesseiros nas minhas costas e meteu o pau no meu cu de frente – papai e mamãe. Eu via estrelas. Chorei um pouco, mas estava gostando. Com a mãe esquerda ele bolinava meus mamilos e com a direita meu clitáris. Eu me incendiei de tesão. Comecei a me mexer no ritmo dele....freneticamente. Ele anunciou, então, que ia me entupir o cú com muita porra. Eu senti poucos segundos depois. A cabeça daquele pau inchou dentro de mim. Um mar de esperma quente me inundou o cu.....

Logo em seguida, ele tirou o pau – muito duro ainda – e meteu na minha boca. Eu nunca havia feito isso. Ele ainda ejaculava um pouco com os espasmos do gozo no meu cú. Eu senti um pouco de porra na minha boca misturada com gosto de buceta e cuzinho. Não levei em conta a questão de higiene. Apenas me entreguei. Chupei muito mais. E ele se mantinha duro.

Pedi – com jeitinho, agora, pois tinha aprendido a lição – que ele me desse um trato de macho na buceta. “Por favor, meta na minha buceta de modo que eu nunca me esqueça de você”. Ele deu um sorriso meigo e virou-me de lado.

Ajoelhado sobre a cama, a meu lado, ele pegou seu cacete – muito grosso nesta hora – e o apontou na entradinha da minha buceta. Aí, posicionou-se como se estivesse se preparando para uma competição atlética que exigisse muito esforço. Então, num solavanco que jamais vou me esquecer, ele me penetrou de uma sá vez. Eu subi às nuvens. E aí começou o entra e sai mais vigoroso da minha vida. Nunca vi nada igual.

Ele fazia com muita força. Eu sentia toda a sua força. à medida que o caralho entrava, sua base me forçava e me alargava. Aquela forçadinha me causava a sensação mais inusitada que jamais provara antes. Eu sentia um prazer diferente. Percebi que meu orgasmo estava chegando muito forte. Comecei falar baixinho: “Estou gozando”. Fui repetindo esta frase à medida que o prazer me envolvia todo o corpo. Dali a pouco o motel inteiro podia escutar meus gritos de: “EU ESTOU GOZANDOOOOOOOOOO! ESTOU GOZANDOOOOOOOOOO!”.

Quando eu gozo, tenho o hábito de xingar. Então eu gritava nomes terríveis contra ele; “Seu filho da puta, filho de uma biscate, você está me arrombando com essa pica pequena e grossa..... seu cachorro..... cavalo... goza logo..... goza..... seu comedor do cacete!!!”

Ele me socava muito mais agora. Então, anunciou: “Você terá o que merece, sua puta do caralho”. Tirou seu pinto de dentro de mim, correu para junto de meu rosto e, mirando em minha boca, deu o jato de porra mais forte e mais quente que jamais senti ( e olha que eu já dei muito nessa vida, viu?). Engoli a maior parte. O restante, babei.

Em seguida, ele caiu a meu lado. Minha buceta ardia. Cochilamos uns minutos. Ao acordarmos, demos uma risadinha um para o outro, fomos tomar banho e não dissemos absolutamente nada; não sei porque. Creio que ele também não saiba até hoje o motivo do nosso silêncio.

Vestimos nossas roupas. Eu o deixei no estacionamento. Apenas dissemos tchau.

Atualmente eu o vejo duas ou três vezes por semana nas minhas caminhadas. Apenas nos cumprimentamos. Mas nunca mais rolou nada entre nás. Valeu aquela foda inesperada de sábado à tardinha.

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