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HUGO, DEIXA EU CHUPAR TEU PAU

Olá! Esse é o primeiro conto que relato e aconteceu a uns 5 anos atrás.

Hoje tenho 28 anos, moro no RS. Tenho 1,84m de altura, 74 kg, corpo malhadinho (não bombado), branco, gostosinho (rsrsrs). Sou bi, curto comer gatinhos e gatinhas. E ninguém sabe, pois sou bem na minha.

Bem, vamos ao que interessa. Eu trabalhava numa indústria de alimentos e foi lá que o conheci: Hugo, um moreno lindo, lábios carnudos, corpo bem definido e uma simpatia que si. Cara gostoso e inteligente. No vestiário, eu sempre dava umas secadas nele, sá de cueca, vendo aquele volume e aquela bunda deliciosa, mas nunca arrisquei nada, pois tinha uma namorada que era minha colega de serviço. A gente fazia parte de um mesmo grupo de amigos, que saia e tal, por isso, pra não arriscar amizade, ficava na minha.

Acontece que a gente teve um feriadão e programamos uma saída diferente: fomos a um parque que tem rios, toboagua e outras atividades. Foi o nosso mesmo grupinho de sempre 7 amigos (sendo 2 o Hugo e a namorada). Ficamos em pequenas quitinetes, 2 a 2. Eu, como tava sozinho e solteiro, fiquei sozinho numa delas.

Chegamos lá, nos arrumamos e de manhã nos divertimos bastante. Depois do almoço, o Hugo resolveu fazer uma caminhada pra conhecer mais o lugar. Eu resolvi ir junto (no momento não tinha nenhuma segunda intenção mesmo). O resto do pessoal tava cansado e não quis ir.

Fomos andando e conversando sobre o serviço, faculdade, futebol, assuntos normais. Até que Hugo falou:

Cara! Tô precisando mijar! A bexiga tá estourando!

Pior que eu tbem tô – disse e tava mesmo: era o excesso de cerveja do almoço.

Pra nossa sorte, a gente tava perto do “vestiário” - uma casinha com banheiros que o parque tinha pro pessoal se trocar quando ia no rio.

Entramos e fomos mijar no mictário. O Hugo correndo tirou a jeba dele pra fora e começou a mijar de olhos fechados (tava apertado mesmo) e largou aquela Aaahhh de alívio.

Eu tbem comecei a mijar e, quando estava aliviado, olhei pro lado e vi aquilo que tanto queria ver: o pau do Hugo. Tranquei a respiração e fiquei sem fôlego: era muito gostoso, aquele pau moreno e, mesmo mole, grande. Nisso, o Hugo abriu os olhos, viu a minha cara de desejo (tava com água na boca) e me olhou estranho (meio nervoso, meio bravo):

Que foi?

Cara! Quero chupar teu pau! - as palavras saíram da minha boca sem controle e tava indo com as mãos na direção do pau dele, quando dei por mim e pensei “Putz! Agora fudeu!”

O quê? Tu tá louco? - Hugo guardou o pau e se esquivou pra trás, em direção da porta.

Como a cagada tava feita, eu insisti:

Oh Hugo, deixa eu chupar teu pau!

Tu é viado é? - ele fechou os punhos. Pensei que ia apanhar. Mas ele saiu rápido do vestiário e foi em direção as quitinetes

Eu fui atrás.

Não é isso Hugo! É que tu é muito gostoso e quando vi teu pau eu não resisti.

Então vai procurar outro, viadinho!

Cara, eu nunca fiz isso (mentira! Mas ele não precisava saber rsrsrs) e não quero fazer com qualquer um. Pô, tu é meu amigo e pensei que dava. Melhor com um conhecido que eu gosto do que com um desconhecido por aí. Vai! Deixa! Sá uma chupada e pronto.

Eu vi que ele balançou, mas a gente já tava quase chegando e Silvia (namorada) já tinha nos visto e acenado pra ele.

Então ele se vira, com uma voz cansada e expressão de vencido:

Tá meu. Sá porque tu é legal e gosto de ti. Hoje a noite, a gente se encontra no mato, pode ser?

Claro! - eu sorri mais que o Coringa.

à noite a gente tava fazendo um churrasco na frente das quiti. O tempo passou e o Hugo levantou, me olhou meio de canto e sumiu no meio das árvores. Entendi o recado e fui atrás dele. Fomos andando até que tivéssemos certeza que ninguém nos veria, sem dizer uma palavra.

Tá bom – disse o Hugo – Vai e faz o serviço. Mas ninguém pode saber e é sá dessa vez. E sá uma chupada.

Concordei com a cabeça. Hugo se encostou numa arvore e eu me aproximei, sentindo o cheiro gostoso dele e logo fiquei de pau duro. Passei as mãos no peito duro dele e no abdômen definido. Desci seguindo os pelinhos debaixo do umbigo até a cueca. Eu senti ele tremer de tesão. Meti minha boca por cima da bermuda mesmo e senti que o pauzão dele tava duraço. Baixei o calção com e fiquei esfregando a boca na cueca. Hugo gemia de prazer. Quando vi que estava entregue, abaixei a cueca dele e beijei a cabeça do pau dele. Foi o êxtase (finalmente tava chupando aquele pau). Meti o pau dele todo na boca e comecei a chupar deliciosamente. Eu lambia a cabeça e o saco e comecei a descer lambendo por uma coxa e subir por outra. E que coxas! Grossas, lindas e bem torneadas. Chupei o saco dele de novo e me acabei engolindo aquele pau divino. Logo, senti Hugo inteiro tremer e gozar que nem louco na minha boca. Engoli toda a porra dele (não sou muito fã, mas como era dele...). Fiquei chupando até a última gota.

Hugo arfava. Fui subindo lambendo e beijando a barriga e peito dele. Quando cheguei na boca, ele desviou, mas eu insisti e o beijei. Foi um beijo longo e de tirar o folego. Aquela boca dele é maravilhosa (sou tarado por lábios grandes). Nos largamos e ele abriu os olhos e me encarou:

A Silvia nunca fez nada igual... - eu apenas sorri. Então ele me puxou de novo e me beijou. E foi melhor que o segundo – beijo cheio de desejo e tesão. Me abraçou forte e sussurrou no meu ouvido – Quero te comer.

Eu meio que recuei um pouco, sem conseguir sair de seus braços. Me assustei, pois não esperava isso e tbem não gosto de dar. Sá dou quando o cara é muito lindo e gostoso e quando gosto mesmo dele. E o Hugo era assim. Fora que o pau dele era uma delicia e retinho pra cima, perfeito pra penetração. Então, em resposta, o beijei e desci pra fazer mais uma chupeta até endurecer a pica dele. Quando ele tava pronto, Hugo tirou minha camisa e minha bermuda e, pra minha surpresa, me pagou uma bela duma chupeta – meio desajeitada, mas gostosa.

Então ele me virou e eu me apoiei num tronco duma arvore, empinando a bunda e deixando meu cu exposto pro Hugo. Ele me abraçou por trás, beijou minha nuca e mordeu minha orelha. Era uma delicia sentir o peito daquele deus de ébano nas minhas costas e o hálito doce da respiração dele na minha nuca. Finalmente ele encaixou a cabeça do pau dele no meu cu e enfiou.

Argh! - reclamei quando a cabeça entrou. Fazia uma cara que eu não dava e tava apertadinho de novo. Ele me acalmou com beijos e carinhos e começou a me punhetar. Relaxei e ele enfiou todo o resto. Logo senti os pelos dele roçando na minha bunda e delirei de prazer. Ele sabia comer bem.

Hugo começou a bombar num vai e vem lento e gostoso. Quando comecei a gemer, ele acelerou. Logo, eu gozei na mão dele que me punhetava.

Tá gostando? - ele parou um pouco e sussurrou no meu ouvido, com o pau atolado no meu cu.

Tô adorando! - respondi.

Eu tbem. Você é muito gostos. Mais do que a Silvia.

Então me come Hugo. Me come, goza e me enche de porra.

E ele não se fez de rogado. Voltou a me comer, bombando que nem louco, até que me puxou com força pela cintura e meteu com tudo no meu cu (essa doeu) e gozou tudo dentro.

Suado e cansado, me abraçou por trás e me beijou.

Meu... nunca gozei assim... que loucura... - o pau dele foi amolecendo e saindo do meu cu e então me soltou.

Eu o beijei e disse:

Pena que foi sá dessa vez né? - provoquei. Ele me olhou assustado, sem entender – Ué? Você não disse que era sá essa vez? - Então ele lembrou que havia dito.

Mas isso foi antes de descobrir como teu cu é gostos... como você é gostoso! - e me agarrou e me beijou. Eu ri.

Nos vestimos e voltamos pras quitis. O churrasco já havia acabado e o pessoal já tava nos quartos dormindo. No dia seguinte descobrimos que ninguém tinha sentido nossa falta, de tanta ceva.

Nos outros dias que ficamos ali, o Hugo e eu transamos no rio, no vestiário e inclusive na minha quitii, pois pra nossa sorte, a Diana, uma das nossas amigas, brigou com o namorado lá e “se mudou” pro quarto do Hugo e da Silvia e, como eu tava sozinho no meu, com cama de casal, me ofereci para receber o Hugo, já que no quarto deles tbem sá tinha uma cama de casal. Como eu sou bonzinho... rsrsrsrsrs

Ficamos assim pouco tempo: o Hugo namorando a Silvia e trepando comigo. Isso até eu sair da empresa e me mudar. Mas antes, consegui comer aquela bunda deliciosa. Outra hora eu conto.





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